domingo, 28 de junho de 2020

O QUE É EVANGELIZAR NA MODERNIDADE? 1° PARTE

No mundo moderno - se queremos participar da missão de Jesus Cristo, contribuindo para a construção do reino de Deus, em tempos de pandemias, perseguições, tecnologias de ponta, então é preciso sair de uma catequese infantil, e partir na gratuidade, através dos dons que possuímos, para uma sã exegese mais aprofundada, para que as novas gerações possa sair um pouco mais do romantismo fundamentalista e conheça o que está oculto nas entrelinhas das escrituras sagradas, para que as sementes no caminho, germine o espírito da ciência de Deus no templo humano, provocando na humanidade a necessidade de um encontro com a pessoa de Jesus Cristo. 

Queimando incenso a Baal, vivia-se nos governos das monarquias, um henoteísmo de tolerância com as demais divindades existentes, onde o culto ao verdadeira Deus, tanto em Jerusalém como nos demais lugares e no alto dos montes, nem sempre o culto erá puro, pois as vezes se misturava a outras divindades o culto dedicado a Javé. 

Os profetas em especial Isaías, Jeremias, foram contra o sincretismo e reprovava uma religião sincretista, em síntese: a miscigenação foi levando as monarquias no reino de Israel a desaparecer, culminando com a destruição de Jerusalém, com o exílio para Babilônia, através de Nabucodonosor.

O profeta Jeremias, registra no final de seu livro que o povo que cultivava a terra permaneceu em Judá.

Na verdade a grande parte do povo permaneceu em Judá, e foram para o cativeiro as cabeças intelectuais, dirigentes da casa real, sacerdotes, e Jeremias deixa claro, que os agricultores permaneceram em Judá, com a destruição de Jerusalém.

No caminho de Jerusalém para o cativeiro na Babilônia, muitos morreram, outros foram vendidos como escravos, e outros receberam domicilio vigiado e entre eles estava os sacerdotes que ao encontrar com a divindade Marduque que erá o deus supremo da Babilônia, considerado o criador do universo, os sacerdotes entraram em confronto com a divindade da Babilônia Marduque ou Marduk, afirmando os sacerdotes exilados até as últimas consequências que para eles o Deus verdadeiro que criou o céu e a terra é Javé o único Deus, que os libertou da escravidão no Egito.

Para os babilônicos Javé foi vencido e destruído em Jerusalém e erá cômico, delírio as afirmações dos sacerdotes do povo exilado.  

Com o fim do cativeiro na Babilônia, mais de meio século depois, os exilados voltaram para as suas terras, suas casas, mais as famílias que não foram para o exílio e permaneceram na terra em Judá, tinham tomado de posse as propriedades dos exilados, e agora estes não possuíam mais nada, e recomeça o sofrimento, uma espécie de novo cativeiro, novos conflitos em busca da terra, mais em meio ao folclore, em meio a uma guerra, tinham algo em comum, eram monoteísta, isto é adorava o único Deus.

Jerusalém foi sendo reconstruída sem recursos financeiros em meio a muitas dificuldades, em 515/ 520 antes de Cristo, iniciou se a reconstrução do templo de Jerusalém, que erá uma "amostra" do que foi o primeiro templo destruído em 587.  

Ezequiel proibiu os sacerdotes de ter renda própria, e parte deles, usaram de esperteza para receber conforto material, e estes resolveram se casar com as estrangeiras mais abastadas, sendo as samaritanas e foram morar na Samaria.

Neemias e Esdras, foram duros, entendendo que só os que passaram pela purificação, voltando do cativeiro da Babilônia ,erá considerados Judeus, o resto para ser considerado judeu, precisava se converter as exigências, abandonando suas esposas estrangeiras, ou ficava fora, excluído da comunidade. 

Obs: Em síntese estamos começando a reflexão semanal, para chegar até o nascimento, vida pública, morte e ressurreição de Jesus Cristo, com a linguagem que nos provoca a pensar..

Nossa Reflexão: 1° Parte
Tarcísio Cirino 
28-06-20

sexta-feira, 26 de junho de 2020

A SEIS ANOS DOM MOACYR JOSÉ VITTI FOI MORAR NO CÉU.

O vídeo foi da última vez que a convite, estivemos com Dom Moacyr José Vitti, para registro do evento de colação de grau, no Colégio São José e após a celebração aconteceu um breve diálogo, bastante significativo, que o tempo nos faz pensar que foi uma despedida.

Hoje 26 de junho, completa 6 anos do falecimento do bom arcebispo.

quinta-feira, 25 de junho de 2020

A UTILIDADE DA COMUNICAÇÃO EM TEMPOS DE PANDEMIAS.


Em tempos de pós-verdade o impacto, gerado pelo coronavírus 19, na casa comum, levou todos da sociedade, a repensar com responsabilidade as estratégias da comunicação, em especial no meio eclesial, através do processo de evangelização nas mídias sociais.

A plataforma da "TV  Facebook", pode ter se transformado em uma poluição visual, com centenas e centenas de transmissões no mesmo horário, sem uma ação coordenada para divulgar, organizar, evitando a pouca participação.

No contexto do momento atual, quem participa das celebrações pela "TV Facebook ou Youtube" sabe o número de pessoas que durante a transmissão participa ou participou das celebrações de fé, e quem são as pessoas que estiveram presentes durante a celebração, e quase sempre a maior participação são das próprias lideranças das comunidades. 

No momento que a LIVE é encerrada, em especial o Facebook mostra uma quantidade de visualizações que não é real, pois toda vez que a celebração apareceu por alguns segundos na tela de um celular, computador, a visualização é somatizado e registrado no vídeo, produzindo uma falsa participação dos fiéis.

Em tempos de pandemias, onde nossa missão é proteger a vida, o milagre é fazer acontecer a Igreja doméstica, com as pessoas se protegendo em casa, recebendo informação e participando das celebrações de fé e formações através da TV ou das redes sociais, e ai uma sugestão: seria importante os setores pastorais, se reunir e fazer um planejamento estratégico, onde a cada dia uma paróquia fosse a responsável em realizar a LIVE, pois é possível que pandemia levará um longo tempo.

Irmãos através de uma só pessoa a COVID-19, se espalhou rapidamente pelo mundo e gerou a pandemia que pode a longo prazo, levar boa parte da humanidade a extinção.

Reflexão: Conta se que um governante, por sentimentos da iniciativa humana, queria construir um templo para Deus, e Javé disse ao governante, não tenho nenhum interesse em uma casa de pedra morta, sou eu, quem vou lhe dar um templo, sou eu quem vou dar um filho, e este filho, construirá a minha casa o meu templo a minha morada no coração humano.  

No percurso histórico do reino de Israel, ou em nossa história particular é sempre Deus, quem toma ação, iniciativa, pois não somos nós que através do testemunho amamos até as últimas consequências ou temos amor a maior obra da criação, e sim é Ele: Javé quem nos amou primeiro, e por amor, entregou seu único filho, para a salvação da humanidade.  

Porque você, nós, ouvimos o chamado?  
Porque na história do desígnio de Deus, é sempre Ele quem chama, e nos conduz no caminho.

Na próxima semana, daremos sequência e continuaremos a reflexão.

Matéria Reflexão: Tarcísio Cirino
25-06-2020

sábado, 20 de junho de 2020

O PAPA SAMARITANO SAIU DO VATICANO PARA SE DESPEDIR.


Bento XVI, com 93 anos, vivia discretamente, no Mosteiro Mater Ecclesiae, desde 2013 quando renunciou no Vaticano, o seu pontificado, e na última quinta-feira (18), o Papa emérito, voltou a ser notícia no mundo, com a viagem, por tempo indeterminado a Regensburg na Alemanha, para cuidar da saúde de seu irmão Georg Ratzinger 96 anos, que também é padre, e ficara hospedado no seminário diocesano, sendo acompanhado de seu secretário particular o Dom Georg Ganswein, um médico, uma enfermeira, e o vice comandante da segurança das forças do Estado do Vaticano.  

O Papa teólogo, é possível que permanecera na história, como o Bispo de Roma, estrategista, que soube com humildade renunciar o poder, fazendo em vida, um sucessor humilde e realizando "profecias", que contribuirá e muito, para o futuro do laicato e do clero, com a volta as origens, para a reconstrução da Igreja. 

Se uma parte da chamada alas da Igreja, não simpatizava com Bento XVI, as suas ações na história, no contexto do tempo, mostra que o alemão Ratzinger, desde a juventude, tinha uma visão profética do futuro do cristianismo, que parece não ter mudado.

De nosso ponto de vista, a chave de leitura do seguimento cristão católico, para compreendermos as pandemias na casa comum, que estamos vivenciando nos dias atuais, pode ser encontrado, iluminado, através do influente jovem teólogo Ratzinger, que após a conclusão do Concilio Vaticano II, se refugia  na arte de ensinar, em Regensburg, não concordando com parte dos teólogos do clero. 

Comunicando seu pensamento em programas de rádio, transmitido pela Hessian Rundfunk no dia de Natal 1969, e pouco conhecido pelo público dos dias atuais, e republicados pela Ignatius Press na publicação "Faith ant the future" , Ratzinger  mostra a sua visão profética, sobre o futuro do homem e da Igreja no cristianismo.

Joseph Ratzinger, estava convencido e afirmava que a Igreja, estava vivendo um tempo, semelhante ao que seguiu o iluminismo, revolução francesa, e estamos vivendo um tempo de mudança da idade média para a modernidade.

O futuro Papa Bento XVI, explicava que a Igreja atual estava transformando o clero ou melhor os padres em assistentes sociais de uma obra politica.

Ratzinger, afirmava em seu tempo, que da crise atual da Igreja,  surgirá no futuro, uma Igreja que terá perdido muito, restando um pequeno rebanho, que não será mais capaz de morar nos palácios ou prédios, que construiu no martírio em tempos de santidade, prosperidade, e perderá os investimentos feito para ter privilégios sociais e políticos. 

A Igreja voltara as origens, e recomeçara através de pequenos grupos, movimentos, que recolocará a fé no centro da experiência pessoal, sendo uma Igreja mais espiritual, mais santa, que não pleiteara esquemas de mandato politico, namorando ora com os interesses da esquerda e ora com os interesses da direita.

O futuro Papa Bento XVI, afirmava que no futuro a Igreja será pobre e se tornará a Igreja dos indigentes.

Irmãos do seguimento cristão, o Papa Francisco e o Papa emérito Bento XVI, trabalha juntos, em harmonia, na modernidade, construindo através do amor, uma Igreja que viva na carne o evangelho de Jesus Cristo, rumo ao reino definitivo. 

Matéria Reflexão: Tarcísio Cirino
20-06-2020

sábado, 13 de junho de 2020

PRESIDENTE DA CNBB - FALA SOBRE A COMUNICAÇÃO CATÓLICA.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte (MG)
Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)

Valorizar a comunicação é fundamental na missão evangelizadora da Igreja Católica. Isto não significa investir em um empreendimento privado, menos ainda constituir um negócio rentável. Essa valorização deve sempre reger-se no horizonte evangelizador que norteia o caminho missionário da Igreja, o que inclui balizar conteúdos e práticas comunicacionais a partir de princípios inegociáveis. Assim, a Igreja, a partir da comunicação, anuncia o Reino de Deus e, pela força desse anúncio, transforma vidas, ajudando na construção de sociedades justas e solidárias.

O envolvimento de diferentes atores no processo comunicacional das mídias católicas, com as suas especificidades, nuances e impostações, não pode dispensar o alinhamento doutrinal com a Igreja e, consequentemente, o compromisso com a evangelização. A Igreja Católica é detentora de um horizonte que vem da inspiração de suas tradições, valores, experiências, documentos e, especialmente, da Palavra de Deus. 

Isto significa dizer que não são permitidas superficialidades ou invencionices na comunicação da Igreja que possam desfigurar a beleza e a inteireza da fé cristã católica. Arriscados personalismos, alimentados por desvios religiosos nefastos, merecem adequado tratamento. O importante serviço da comunicação católica enfrenta desafios que são próprios do atual contexto social e político. Um contexto sociopolítico contaminado pelas disputas de poder, busca pela efetivação de domínios e acúmulo de dinheiro.
É sabido que manter serviços de comunicação custa caro, exige investimento permanente em profissionais e no contínuo avanço tecnológico. O aspecto econômico impõe alguns revezes, mas a comunicação católica não pode afastar-se do compromisso de anunciar a Boa Nova. Deve oferecer significativa e qualificada prestação de serviços que gravitam ao redor dos pilares da evangelização, da cultura e da educação. A fonte inesgotável de conteúdo para a comunicação católica é o Evangelho de Jesus Cristo, firmando o histórico compromisso da Igreja de ajudar a tecer a cultura da vida e da paz.
A comunicação na Igreja deve, pois, cultivar a convicção de que o Evangelho é o bem mais precioso a ser oferecido à humanidade, que carece de rumos novos capazes de levá-la à cura de suas feridas, à superação de seus estrangulamentos. Trata-se de enorme desafio, que inclui a diversificação em rede dos muitos modos de se fazer comunicação e a necessidade de revestir os processos comunicativos com uma força incidente nas dinâmicas sociais. A Igreja Católica, para se fortalecer a partir da comunicação, deve, cada vez mais, voltar-se aos princípios que norteiam a sua identidade e missão.
A comunhão, que faz parte da vida da Igreja, é força com propriedade de amalgamar as diferenças, tornando-as uma grande riqueza, com elementos que corrigem descompassos e iluminam caminhos. A comunhão leva a novos passos corretivos que consolidam a comunicação católica como um bem indispensável e diferenciado para a vida social. A relevância da comunicação católica para a transformação da sociedade é que motiva cristãos católicos a apoiarem diferentes iniciativas da Igreja no campo comunicacional. Tudo para que não se cale a voz do Evangelho de Jesus Cristo em uma sociedade de vozes dissonantes e comprometedoras.
A presença da Igreja, de modo mais efetivo, nos meios de comunicação, vem das lúcidas indicações do Concílio Vaticano II, em 1965. Já há 54 anos é promovido o Dia Mundial da Comunicação Social, para reafirmar a importância de diferentes práticas comunicativas no contexto da Igreja – das que exigem maior mobilização tecnológica e operacional às realizadas em âmbito mais comunitário, nas pastorais de comunicação. Trata-se de uma ampla rede a serviço da evangelização e, consequentemente, da edificação de uma cultura da paz. A Igreja Católica, com seus meios de comunicação – televisivos, radiofônicos, impressos, digitais, em redes – interage com os muitos fluxos relacionais da sociedade. Enfrenta batalhas, interesses e até mesmo embates desiguais.
A Igreja enfrenta essa luta valendo-se de plataformas e mecanismos que ecoam a fé cristã. Um caminho desafiador que não pode ser trilhado isoladamente, compreendendo a comunicação católica como negócio particular, sob pena de se perder rumos, fazer escolhas equivocadas e, até por desespero, propor o que não condiz com as lições de Jesus Cristo. A Igreja Católica tem parâmetros e mesas de diálogo para fomentar a indispensável comunhão. Uma união cotidianamente renovada que faz o serviço evangelizador no âmbito da comunicação ganhar cada vez mais qualidade. A realidade atual, seus embates e até mesmo equívocos apontam lições nesse contexto que precisam ser aprendidas, para novas configurações estratégicas. Corações se abram e, com a dedicação de todos, avance, sempre mais, o serviço indispensável da comunicação na Igreja
.Fonte: CNBB

quarta-feira, 10 de junho de 2020

CORPUS CHRISTI: ATÉ 2014 REUNIA MAIS DE 150 MIL FIÉIS NA FESTA DA EUCARISTIA, NO CORAÇÃO DE CURITIBA.


A Solenidade de Corpus Christi, com inicio com a Santa Missa, na  Catedral de Curitiba, até 2014, reunia mais de 150 mil fiéis, podendo ter chegado a 180 mil cristãos católicos, que motivados pelas paróquias da arquidiocese de Curitiba, participava da solenidade, com o testemunho da fé, na procissão de Jesus vivo na Eucaristia, da Catedral até o centro cívico.

Os fiéis participava com as famílias da festa da Eucaristia em suas paróquias, trabalhando a evangelização através da catequese dos tradicionais tapetes de Corpus Christi, com uma participação das comunidades que dependendo da paróquia chegava a 3 mil pessoas, participando na parte da manhã, do Corpus Christi, em suas paróquias e na parte da tarde, partiam com alegria para a Catedral de Curitiba, com padres, ministros, diáconos, pastorais, movimentos, seminaristas, religiosas, para participar da solenidade da unidade da fé, com toda arquidiocese.

A partir de 2015 a participação dos fiéis foi diminuindo no coração de Curitiba e depois culminando com a triste paralisação das confecções dos tapetes das paróquias da arquidiocese de Curitiba, onde foi diminuindo os fiéis de Curitiba, e crescendo a publicidade das mídias de TVs, rádios, e interessados, promovendo a chegada das caravanas dos nômades e devotos de outras localidades, com participações que em 2019, pode ter chegado a 100, 120 mil pessoas.  

Com a pandemia da COVID-19, a procissão da Solenidade de Corpus Christi em 2020, foi cancelado, em prol da segurança dos fiéis, culminando na transmissão pela TV, e redes sociais, que acontece nesta quinta-ferira 11, feriado de Corpus Christi.

Bispos, padres, pastorais, movimentos, famílias, rezemos para que a pandemia acabe, e nos próximos anos, as familiais possam voltar a fazer os tapetes da Solenidade de Corpus Christi em suas Paróquias, conforme acontecia segundo a tradição das paróquias, e na parte da tarde, voltem a participar da Missa da unidade na Catedral.

No vídeo acima, Missa da Solenidade de Corpus Christi 2013, na integra, assista a Santa Missa, reflita a homilia, com as imagens da procissão.

Matéria: Tarcísio Cirino
10-06-2020

DOM FRANCISCO COTA É NOMEADO O NOVO BISPO DE SETE LAGOAS MG

O Papa Francisco, nomeou o Bispo auxiliar da arquidiocese de Curitiba, Dom Fransco Cota, como o novo bispo da diocese de Sete Lagoas MG.

O vaticano anunciou nesta manhã a nomeação.

A Missa de posse, acontecerá no dia 01 de agosto, em local ainda a ser informado, onde Dom Francisco, passara a ser o sexto Bispo da Diocese de Sete Lagoas, sucedendo Dom Aloísio Vitral, que pediu a renuncia em novembro 2019.

Na matéria a baixo do veículo da missão: trás, boas lembranças com entrevista em vídeo que conta como foi o dia da chegada de Dom Francisco Cota e Dom Amilton Manoel da Silva a quase 3 anos, na arquidiocese de Curitiba.

Um abraço fraterno, e que o bom Deus os abençoe.

ENTREVISTA COM OS BISPOS DA ARQUIDIOCESE DE CURITIBA.

O feriado  que antecedeu a Festa da Padroeira da Luz, foi marcado com as  lideranças das Pastorais Sociais e Movimentos, comprometidos com o seguimento cristão, na capital do Paraná, indo para a rua neste feriado da "Independência" promover o 23° Grito dos Excluídos(as), com o Tema: "Vida em primeiro Lugar - Por Direitos e Democracia a Vida é todo dia", com uma reflexão cristã e mensagem  forte, que marcou á todos(as).

Participaram da caminhada sacerdotes, seminaristas, religiosas, lideranças leigas e o Povo de Deus, com saída ás 9:00h da manhã da Paróquia São João Batista no bairro Rebouças, com caminhada passando pela Vila Torres, com encerramento de frente a Praça do Jardim Botânico na Capital Paranaense.

 O ponto mais alto do feriadão com as festividades da Festa de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, aconteceu na Sexta-Feira dia 8 de Setembro, com Missa de Ação de Graças ás 10:00h da manhã, com acolhida dos 2 (dois) novos Bispos da arquidiocese de Curitiba, Dom Amilton Manoel da Silva e Dom Francisco Cota Oliveira, que momentos antes da Missa de acolhida, concedeu  uma coletiva a imprensa, que você pode conferi no vídeo á cima,  onde os novos Bispos fala dos desafios e trabalhos que a partir de agora terá pela frente, junto ao Povo de Deus com a orientação do arcebispo Dom José Antonio Peruzzo.

 O Regional Sul 2 CNBB,  através de Dom Mauro: fez acolhida dos novos Bispos, em nome de todos os Bispos do Paraná, e Bispos visitantes de outros Estados.

Pe.Rivael de Jesus; Em nome do Clero da arquidiocese de Curitiba, diocesano,religioso com mais de 450 sacerdotes fez acolhida dos novos Bispos, com uma breve reflexão pedindo ajuda a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, que é a nossa intercessora desde os tempos coloniais, para a necessidade de concretizar a formação permanente do clero e que ajude aplicar o Plano de Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil, para uma Pastoral de Futuro, para que os Padres possa levar  respostas a muitas perguntas que já mudaram.

A Missa na íntegra você pode conferi no Facebook: "Noticias da Igreja, Missionários em Ação".

Matéria imagens: Tarcísio Cirino