sexta-feira, 24 de maio de 2019

CONHECER PARA RESPEITAR: ROTA RELIGIOSA DE CURITIBA.

Professores de história, estão realizando um belíssimo trabalho, sendo agentes turísticos em Curitiba, transmitindo aos visitantes turistas e curitibanos da capital paranaense o conhecimento da história da cidade, Fé, e religiosidade popular, através de roteiros turísticos.

Veículo da Missão: a convite no último sábado 27, fomos conhecer o trabalho dos agentes da Prefeitura de Curitiba, e após conhecer o roteiro turístico religioso, estamos publicando em vídeo, a primeira parte daquilo que vimos e ouvimos, e que nos ajuda muito a conhecer para respeitar a diversidade, pluralidade religiosa e valorizar, índios, negros, em especial em nosso tempo o povo mais pobre.

Nas escolas, foi nos ensinado que Curitiba, nasceu através do trabalho dos italianos, poloneses, ucranianos, alemães, japoneses; e no entanto esqueceram de contar que aqui estava os índios, os negros, que contribuíram muito trabalhando na construção da cidade, em especial na história  das comunidades.

A força do espirito na sacralidade, promoveu a gênesis e deu origem a diversidade de culturas religiosas, com o  nascimento dos bairros na cidade sorriso.

Um exemplo que nos ajuda a compreender o passado e o presente, é, Santa Cândida, um dos bairros da capital paranaense, localizado no ponto mais alto de Curitiba - Brasil; que vem sendo notícia nos últimos anos e passou a ser conhecido no mundo, através das grandes mídias, com a cobertura da Lava Jato.

O que muitas pessoas não sabem é que no bairro de Santa Cândida, está um dos maiores terreiros de Umbanda do Brasil, e outras culturas fruto do sincretismo religioso, que no percurso da história foi se instalando nas periferias de Curitiba.

E como foi nascendo a diversidade, pluralidade de culturas na capital paranaense?

Quando falamos do início da cidade de Curitiba a história nos faz lembrar os poloneses, italianos, ucranianos, alemães, japoneses, outros,  e  esquecemos na história, o bem que fez os mais pobres os negros, índios que tanto contribuíram com seu trabalho nas construções que deu origem ao povoado da capital do Paraná.

No início a burguesia não permitia que os escravos, negros, marginalizados, entrassem na igreja.

As famílias contribuía financeiramente na construção do templo religioso e os primeiros lugares dentro da igreja, era reservado para as famílias mais abastadas .

Os bancos dentro da igreja, era reservado e marcado com os nomes das famílias mais ricas; da frente do altar para trás, até o fundo da igreja: de acordo com suas posses financeiras.

Em nosso tempo a começar por São João Paulo II: a igreja tem pedido perdão pelos pecados cometidos; e segundo alguns depoimentos do Papa Francisco, o clericalismo é uma peste, um mal, uma perversão da igreja, da qual é preciso iniciativas e sair desta enfermidade que escraviza.

Obs: As imagens no vídeo a cima é apenas um aperitivo, que nos ajuda a compreender a história, e cultura religiosa na casa em comum no passado e nos ajuda a compreender nossa missão no presente, com um olhar para o futuro.

Em breve estaremos publicando a 2° parte.

Matéria: Tarcísio Cirino
28-04-2019

A HISTÓRIA DAS CAPELINHAS: QUAL É O MISTÉRIO DO MOVIMENTO DE NOSSA SENHORA?

A primeira visita de Nossa Senhora das capelinhas no Brasil, aconteceu no ano 1914, através da aprovação e benção do arcebispo de Mariana: Dom Silvério Gomes Pimenta, que deu início a organização da igreja doméstica, através da visita domiciliar das capelinhas de Nossa Senhora, de onde rapidamente chegou a capital de Minas Gerais, e expandiu para outras dioceses do Brasil.

Mariana nos dias atuais é bastante conhecida através dos noticiários nas grandes mídias e particularmente me faz pensar na irresponsabilidade das Políticas Públicas, através da lama que destruiu uma comunidade e depois Brumadinho, de onde a lama ceifou muitas vidas.

A lama que por décadas, escravizou o povo e no mistério estou a refletir a lama do Rio Paraíba, onde permaneceu a imagem de Nossa Senhora Aparecida a Padroeira do Brasil.

Talvez o amigo leitor, esteja ai se perguntando; mais como as capelinhas de Nossa Senhora, chegaram ao arcebispo Dom Silvério Gomes Pimenta em Mariana -Minas Gerais - Brasil?

Bom é a história que vamos contar a partir de agora, para que você conheça, e possa transmitir as próximas gerações de onde e  como nasceu o movimento de Nossa Senhora das Capelinhas no mundo.

Eu sou Tarcísio Cirino,  e no governo do arcebispo Dom Moacyr José Vitti em Curitiba, fui convidado a ser o assessor de comunicação do Movimento de Capelinhas, e após anos de pesquisas, estou levando a conhecimento de todos a história de como nasceu o Movimento de Capelinhas e como este movimento de leigos da Igreja, chegou ao Brasil.

ORIGEM DO MOVIMENTO.

Na progressista cidade de Guayaquil em 26 de agosto 1888 na República do Equador, teve inicio a visita domiciliar das capelinhas de Nossa Senhora, através do Cônego José Maria Santistevan, que organizou as capelinhas de Nossa Senhora, sob a denominação de "Visita Circulante do Imaculado Coração de Maria".

Do Equador estendeu-se pelo caminho ás Republicas do Chile, Argentina, Perú, Bolívia, Colômbia, Uruguai, Panamá, Cuba, Estados Unidos; com as bençãos dos episcopados e sob as atividades e direção dos Missionários Cordimarianos, que através das pregações, gerou frutos.

ORIGEM DAS DIRETRIZES DO MOVIMENTO.

Em 26 agosto de 1913, o apostólico missionário cordimariano P. D. Jánariz, sob as normas e estatutos que deve reger a organização das capelinha de Nossa Senhora, fundou na cidade de Aranda de Duero, na Espanha a visita domiciliar de Nossa Senhora das capelinhas, inscrevendo 600 famílias na cerimônia de instalação.

No final de 1914 a "Obra da Visita Circulante" do Chile, publicou na tipografia "Claret" um precioso e interessante Manual de 87 páginas, aprovado, com a data de 5 de Novembro de 1913, pelo Exmo. Sr. Internúncio Apostólico daquela República e em 16 de abril de 1914, foi aprovado por S.Exia. o Sr. Arcebispo de Santiago.

Da Espanha depois da aprovação do Sr. Núncio apostólico de sua Santidade, e das autoridades eclesiásticas em 18 Janeiro de 1914, com aprovação de mais de 40 Bispos, a igreja doméstica de Nossa Senhora das Capelinhas, espalhou-se para a França, Itália, Alemanha, Inglaterra, Portugal, e da Europa os missionários levaram o movimento de capelinhas para a Africa, Ásia, e Oceânia, conforme registro ( Cfr. "Manual de la Visita Domiciliária del L.C de Maria", pelo P. D. Janáriz - Madri, 1923).

No Brasil, com aprovação e benção do Arcebispo de Mariana em Minas Gerais, o movimento de Nossa Senhora se espalhou e vale lembrar que o território da arquidiocese no contexto da época era grande, e as capelinhas de Nossa Senhora, foi chegando em outras dioceses do Brasil, e chegou a arquidiocese de Curitiba, no governo do arcebispo Dom Ático Eusébio da Rocha; e teve inicio a organização das capelinhas, através do Missionário Claretiano Pe. Roberto Perez, que motivou a visita das capelinhas de Nossa Senhora aos domicílios das famílias da Paróquia Imaculado Coração de Maria, no bairro Água Verde, Curitiba, com a inauguração em 26 agosto de 1937.

ARQUIDIOCESE DE CURITIBA.

Da Paróquia Imaculado Coração de Maria, as capelinhas de Nossa Senhora, foi se espalhando por toda Curitiba, e nas diversas cidades do Estado do Paraná, de onde nasceu muitas comunidades Paroquiais.

No ano 1967, o arcebispo Dom Manuel da Silveira D'Elbox, vendo os frutos do Movimento de Capelinhas, nas Comunidades de Comunidades, e percebendo que muitas Paróquias estava transformando o Movimento de Capelinhas em uma Pastoral; o bom arcebispo, resolveu criar a diretoria Central do Movimento de Capelinhas, do qual o  arcebispo denominava Apostolado das Capelinhas e incumbiu o bispo auxiliar Dom Pedro Fedalto a acompanhar este Apostolado.

Em 1969, o arcebispo Dom Manuel, promoveu em Curitiba, o primeiro Congresso do Movimento de Capelinhas no mundo, e a partir deste evento, o movimento se expandiu para para Santa Catarina, Rio Grande do Sul, outros estados e Países.

Obs: Demais informações do primeiro Congresso do Movimento de Capelinhas no mundo é só clicar neste link:  .http://missoespopulares.blogspot.com/2018/12/50-anos-1-congresso-no-brasil-das.html

Em 2011 a pedido do arcebispo Dom Moacyr José Vitti, foi feito uma pesquisa para saber quantas mensageiras(os), o Movimento de Capelinhas tinha na Arquidiocese de Curitiba, e se concluiu a pesquisa com 10.500 mensageiras(os), onde consideramos o número oficial de 10 mil mensageiras(os).

O  Movimento tem como objetivo: evangelizar as famílias através da visita de Nossa Senhora na capelinha, sendo instrumento propagador da Palavra de Deus; favorecendo a união fraterna, através da oração em especial o terço, para despertar na família as vocações sacerdotais, religiosas, com incetivos material e espiritual, aos seminários.

Dos 100% das doações feita através das famílias que recebe a visita da capelinha de Nossa Senhora, 90% vai para os seminários na  ajuda material da formação do futuro Padre; sendo repassado as doações da seguinte forma.


45% Seminário Religioso
45% Seminário Diocesano
10% Movimento de Capelinhas a nível Paroquial.

Matéria: Tarcísio Cirino.
06-04-2019


VOCAÇÕES NÃO É STATUS: É UM CHAMADO DE DEUS QUE TRAZ ALEGRIA E SOFRIMENTO.

Certo dia um jovem, ouviu o chamado e deixou sua casa, família, e na humildade, simplicidade, foi para o seminário, obediente a voz de Deus.

Depois de alguns anos, chegaram para o jovem de pele negra, e disseram: olha é melhor você renunciar e voltar para casa, pois se você continuar o caminho, o discipulado, entrefará muitos obstáculos, aqui, e na sociedade.

O jovem José, depois de renunciar, não teve coragem de voltar para casa e contar para a família o acontecido.

Depois de alguns anos, caminhando e trabalhando de uma cidade para outra, foi para o Rio de Janeiro, acompanhado de outros ( 4) jovens,  participar do primeiro: Congresso Eucarístico do Brasil.

Chegando no Rio de Janeiro os jovens foram acolhidos na casa do jovem Bispo: Dom Hélder Câmara, que ao acolher os peregrinos; pediu que eles contassem sua história de vida, seus sonhos, e os motivos que os trazia ao Congresso Eucarístico.

O Sr.Bispo: atentamente ouvindo os jovens em sua casa, por último ouviu o jovem negro José, contar sua história de vida e seus sonhos. 

Depois de ouvir José, o Bispo fez um breve silêncio:  tirou o anel de seu dedo e colocou no dedo de José e disse: Vai evangelizar o mundo!

Voltando para casa após o encerramento do congresso eucarístico, os militares prenderam os jovens e espancaram na central do Brasil, mais um deles conseguiu escapar do martírio e voltar para sua família.

 Muitas vezes vi José chorar, por seus amigos.

José é meu Pai e depois de seu falecimento recebi como herança espiritual o seu anel.

Eu sou Tarcísio, e no caminho espiritual, social, por onde tenho trabalhado; algumas boas lideranças tem feito a seguinte pergunta; irmão quantos sacerdotes negros você conhece? 

Como você consegue sobreviver, comunicando com uma linguagem que atinge multidões e provoca atenção de muitos clericalizados em um mundo onde predomina o corporativismo e outras formas de ismo; não seria também você um leigo clericalizado?

Na verdade não! 
Não nasci para isso, e nem tenho está pretensão.

Sou um comunicador, que procura honrar Pai e Mãe; que simpatiza com a causa dos mais fracos, os pobres, desempregados, idosos, marginalizados, excluídos, enfermos, e procuro na casa comum dar voz, para aqueles que precisam ter voz, na esperança que também você, possa ouvir o chamado e solidarizar na missão de evangelizar o mundo e suas periferias existenciais. 

Nossa reflexão: Tarcísio Cirino
10-05-2019

FESTA DE SANTA GEMA GALGANI: NESTE DOMINGO 19, PARTICIPE!

Dom Amilton Manoel da Silva, bispo auxiliar de Curitiba, celebrou nesta última quinta-feira 16, Santa Missa de encerramento do novenário em preparação a grandiosa festa da Comunidade Santa Gema Galgani, que acontece neste domingo 19, Paróquia Nossa Senhora do Rosário - Setor Colombo - Arquidiocese de Curitiba. 
Venha você também e traga toda a sua família, para participar das festividades que tem inicio com a Santa Missa e Logo após a Missa, será servido o almoço com uma suculenta costela a fogo de chão, o tradicional churrasco, risoto e outras delicias.
Logo após o almoço, acontece o show de prêmios.  
A história desta santa, tão perto de nós no tempo (1878-1903) e nos costumes do dia a dia, tem coisas incríveis pelos fenômenos místicos de que foi protagonista. Em certos períodos de sua atormentada existência suportou afrontas de todo tipo. O demônio lhe aparecia até na forma humana do seu confessor para lhe sugerir coisas obscenas. Outras vezes lhe aparecia como um anjo luminoso; desmascarado, desaparecia numa grande chama vermelha deixando um monte de cinzas. Seguidamente batia nela, deixando-a inerte sobre o chão, onde a encontravam com o rosto inchado e os ossos deslocados.
Era porém, frequentemente, confortada pela companhia de Cristo, da Virgem Santíssima e do Anjo da Guarda. Assim ela mesma contou, por obediência, os acontecimentos que precederam ao misterioso fenômeno da impressão dos estigmas: “Estávamos na tarde de 8 de junho de 1899, quando, de repente, sinto uma dor interna dos meus pecados… Apareceu Jesus. Tinha todas as feridas abertas; mas daquelas feridas não mais saía sangue, saíam chamas de fogo, que vieram tocar nas minhas mãos, nos meus pés e no meu coração. Eu me senti como morta”.
As chagas abertas reapareciam todas as semanas das 20 horas de quinta-feira às 15 de sexta-feira, acompanhadas de êxtase. Diante desses misteriosos fenômenos, que logo se tornaram motivo de curiosidade, o povo do quarteirão em Lucas, na rua dos Borghi, onde a santa morava, criou logo uma expressão adequada: “a menina da graça”. Era uma menina que cresceu muito depressa, amadurecida pela experiência da dor.
Filha do farmacêutico de Camigliaio, província de Lucas, órfã de mãe aos 8 anos teve de socorrer os sete irmãos. Poucos anos depois, morreu-lhe também o pai e ela, curada prodigiosamente de uma doença que a molestava demais, pediu para entrar no convento, mas o seu pedido foi rejeitado. Foi aceita na casa do cavaleiro Mateus Giannini, onde teve uma vida muito escondida, tranquila e obediente ao diretor espiritual e às irmãs passionistas que cuidaram dela. Escondia debaixo de suas luvas e do modestíssimo hábito religioso os sinais da sua participação na paixão de Cristo.
Entretanto as manifestações de sua santidade haviam ultrapassado os limites de seu bairro e da sua cidade. Muitos que haviam batido à sua porta movidos só pela curiosidade, saíam transformados na alma. A doença dos ossos que a atingira na meninice voltou a atormentá-la atrozmente. Entendeu então que o seu calvário estava chegando ao fim. Em sua humildade, porém, julgava não ter pago ainda com a moeda do sofrimento o privilégio de ter sido associada à paixão de Jesus Cristo. Morreu aos 25 anos, em 1903. Era a manhã do sábado de aleluia.
Extraído do livro:
Um santo para cada dia, de Mario Sgarbossa e Luigi Giovannini.
Matéria: Tarcísio Cirino
17-05-2019

REFLEXÃO: COMO VENCER A INFESTAÇÃO DO MAL?

Não sou especialista no assunto; e nunca gostei de falar sobre as forças da fumaça que vem vagando pelo mundo, a séculos.

Observando o caminho por onde tenho caminhado e com a experiência de quem trabalha desde jovem, procurando contribuir na construção do reino de Deus, resolvi falar um pouco do vírus que tem contaminado parte das "pessoas" na sociedade, em nosso tempo.

O mal existe, é como um vírus é real, uma infestação que vai vagando como uma fumaça pelo ar, e vai entrando nas pessoas de forma estratégica, e aos poucos vai encantando, seduzindo e dando "sensação de força, poder" ao longo do caminho a outras pessoas na sociedade e aos poucos a fumaça vai destruindo o que é bom na comunidade, no ser humano; criado a imagem e semelhança de Deus.

Essa fumaça com o vírus do encardido por onde passa, vai contaminando até mesmo aqueles que pensam estar vacinados.

Em nosso tempo, é preciso encontrar um antídoto para destruir esse vírus, e me parece que o remédio para que a nossa geração, possa ter forças para vencer o mal e caminhar na Luz: é a espiritualidade que vem da vida de oração.

Na vida de oração, jejum, caridade, alcançaremos a vitória e teremos forças para comunicar a boa noticia do evangelho de Jesus Cristo, e assim prosperará a construção do reino de Deus.

Reflexão: Tarcísio Cirino
13-02-2019

NOSSA SENHORA TEM MOTIVOS PARA SORRIR?

Desde o berço da revolução moderna, o povo vem se afastando do sagrado, esquecendo-se de Deus, e parte dos Pastores tem seguido a trilha.

Pois bem, estamos chegando ao final de mais um tempo de quaresma, que nos leva a  pensar, refletir, o que foi que mudou em minha vida, sua vida, neste tempo em que Deus nos convida a conversão?

Quaresma-me faz lembrar o número 40, e dentro do contexto bíblico o número simboliza o itinerário do percurso da vida humana, até o ultimo respiro, o último dia na casa em comum.

Meditando a paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, o espirito me leva a repensar a mensagem de Nossa Senhora em uma de suas aparições na França, La Salette onde Maria disse: em tempo de quaresma as pessoas não fazem penitência e vão ao açougue, atrás de carne, como que se fosse cães.

Durante o ciclo da vida, em nossa caminhada quaresmal, somos tentados a não acreditar que a Mãe de Deus, saiu do Céu e se colocou a serviço em missão, trazendo em seu rosto lágrimas e uma mensagem, para que todos nós possamos se aproximar de seu filho Jesus e reconciliar com Deus..

Em uma tarde de Sol, 19 setembro 1846; por volta das 15 horas; dois pastorzinhos, Mélanie Calvat 15 anos, Maximino Geraud 11,  tiveram uma visão em uma montanha perto de La Salette com Virgem Maria, que estava vestida com os trajes da região em forma de uma camponesa com vestido longo, touca, avental, sentada em uma grande pedra, com as  mãos no rosto chorando e pediu as crianças orações pelos pecados da humanidade e durante o diálogo, confiou segredo que deveria ser enviado ao Papa.

Segundo parte da mensagem: no ano 1864, Lúcifer e grande número de demônios seria libertados do inferno: Eles abolirão a fé, pouco a pouco e mesmo as pessoas consagradas a Deus; eles vão cegá-las de tal maneira que, exceto por uma graça particular, essas pessoas serão tomadas por espíritos desses anjos maus; muitas casas religiosas perderão inteiramente a fé e perderão muitas almas.

Os maus livros abundarão sobre a terra, e os espíritos espalharão por toda parte um relaxamento espiritual em tudo aquilo que se refere ao serviço de Deus(....) A verdadeira fé estará extinta e a falsa luz iluminara o mundo (,,,,) Os governantes civis terão todos o mesmo objetivo, que será abolir e fazer desaparecer todo principio religioso, para dar lugar ao materialismo, ao ateísmo, ao espiritismo e a toda espécie de vícios.

Em síntese esta foi a 1° parte de uma série de reflexões que estaremos dando sequência e publicando em breve.
Não perca a 2° parte. 

Reflexão: Tarcísio Cirino
14-04-2019

sábado, 18 de maio de 2019

ELEITO O PRESIDENTE DA CNBB. DOM WALMOR AZEVEDO

O arcebispo de Belo Horizonte (MG), dom Walmor Oliveira de Azevedo, foi eleito na tarde desta segunda-feira, 6 de maio, como presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O novo presidente foi escolhido pelos episcopado brasileiro que participa, em Aparecida (SP), da 57ª Assembleia Geral da CNBB no terceiro escrutínio, após receber a maioria absoluta de votos do total de 301 bispos votantes.
Como manda o Estatuto da CNBB, o até então presidente cardeal sergio da Rocha perguntou a dom Walmor se aceita ser presidente. “Aceito com humildade, aceito com temor e aceito à luz da fe”, foram as primeiras  palavras que ele dirigiu à plenária da 57ª. Só à luz da fé, segundo dom Walmor, será possível recuperar a força da colegialidade da Igreja no Brasil a partir de uma escuta muito profunda dos irmãos e do povo de Deus. Ele pediu a Deus que não falte sabedoria para assumir este serviço.
Nascido em 26 de abril de 1954, dom Walmor é natural de Côcos (BA). É o primeiro baiano a estar à frente da CNBB. O novo presidente da Conferência é doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma, Itália) e mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico (Roma, Itália).
Em sua trajetória de formação, cursou Filosofia no Seminário Arquidiocesano Santo Antônio (1972-1973), em Juiz de Fora (MG), e na Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras (1974-1975), em São João Del-Rei (MG). De 1974 a 1977, cursou Teologia no Seminário Arquidiocesano Santo Antônio, em Juiz de Fora. Em 9 de setembro de 1977 foi ordenado sacerdote, incardinando-se na arquidiocese de Juiz de Fora.
Ministério sacerdotal – Foi pároco da paróquia Nossa Senhora da Conceição de Benfica (1986-1995) e da paróquia do Bom Pastor (1996-1998); coordenador da Região Pastoral Nossa Senhora de Lourdes (1988-1989); coordenador arquidiocesano da Pastoral Vocacional (1978-1984) e reitor do Seminário Arquidiocesano Santo Antônio (1989-1997). No campo acadêmico, lecionou nas disciplinas Ciências Bíblicas, Teologia e Lógica II; coordenou os cursos de Filosofia e Teologia. Em Belo Horizonte, foi professor da PUC-Minas (1986-1990). Também lecionou no mestrado em Teologia da PUC-Rio (1992, 1994 e 1995).
Ministério episcopal – Dom Walmor Oliveira de Azevedo foi nomeado bispo auxiliar de Salvador (BA) pelo Papa São João Paulo II, no dia 21 de janeiro de 1998. Sua ordenação episcopal foi no dia 10 de maio do mesmo ano. Em 2004, foi nomeado arcebispo metropolitano de Belo Horizonte (MG), iniciando o ministério em 26 de março daquele ano. Em outubro de 2008, dom Walmor foi escolhido para ser um dos quatro representantes do Brasil na XII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, realizada em Roma.
Em 199, dom Walmor foi secretário do Regional Nordeste 3 e membro da Comissão Episcopal de Doutrina da CNBB. A mesma Comissão que, já com o nome de Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé, presidiu entre 2003 e 2011, ou seja, por dois mandatos. É membro da Congregação para a Doutrina da Fé, no Vaticano, desde 2009. O arcebispo de Belo Horizonte também exerceu a presidência do Regional Leste II da CNBB – Minas Gerais e Espírito Santo.
Em fevereiro de 2014, foi nomeado pelo Papa Francisco membro da Congregação para as Igrejas Orientais. Desde 2010, o arcebispo é referencial para os fiéis católicos de Rito Oriental residentes no Brasil e desprovidos de ordinário do próprio rito.
Com mais de 15 livros publicados, dom Walmor é membro da Academia Mineira de Letras, Cidadão Honorário de Minas Gerais e dos municípios de Caeté e Ribeirão das Neves. O novo presidente da CNBB também foi agraciado com a Comenda Dom Luciano Mendes de Almeida, da Faculdade Arquidiocesana de Mariana, e com o título de Doutor Honoris Causa, da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (2012).