sexta-feira, 23 de outubro de 2020

O QUE É EVANGELIZAR EM TEMPO DE PANDEMIAS? ( 3° PARTE )


Em tempos de redes sociais, o fermento da instrumentalização da fé, cresceu, transformando carreiristas em pop star, onde profissionais, utiliza-se da mensagem do filho de Deus, por vezes fora do contexto da boa notícia e usa às parábolas do mestre Jesus, produzindo novas parábolas, uma espécie de ficção, onde Jesus em seu tempo, diante da elite que manipulava os interesses do comércio do império, caminha sorrindo para o martírio.  

Quando entramos em um templo cristão, você já observou o olhar da mãe de Deus e dos santos mártires? 

De nossa parte, agradecemos a Deus a sua interação, carinho e sugestões, que contribui e muito em nossas publicações em tempos de pandemias.

Sinto que parte das mensagens de interação, vem de pessoas nômades e outros, que através do corporativismo, foram instrumentalizados, e hoje, gostariam de sair do sepulcro para encontrar o caminho que os liberta para a verdadeira felicidade.

No entanto encontro dificuldades nas respostas, pois sou um provocador e não um romancista e com os devidos cuidados para não prejudicar a saúde espiritual de uma vida inteira vagando nos sepulcros, estamos diante de perguntas, que vem de pessoas oriundas de uma catequese infantil, cultural, onde, particularmente penso, que para está geração é quase impossível compreender o sentido da nova evangelização no contexto do nascimento, vida pública: paixão, morte e ressurreição do filho de Deus, assim como as cartas do apostolo Paulo, revelação, sem que aconteça simultaneamente uma catequese bem fundamentada no plano da salvação, que liberte a alma e leve a compreender que é preciso nascer de novo, focado na essência das origens do povo de Deus, para que esta geração ou ás próximas de passos significativos para reconstruir a Igreja, na consciência do templo humano.  

Talvez você está ai se perguntado, mais é para mim isso? 

Sim meu irmão(a),  para ouvir a voz de Deus, nascer de novo e compreender a sua ação e nossa missão, nos dias atuais, precisamos da chave, voltando no tempo, visitando o exilio de Israel, conforme já refletimos em síntese nas últimas reflexões. (clicar aqui para visualizar a 1° e 2° reflexão )

Dito isso, é possível que já estamos no exílio, pois diante do contexto atual, quando visitamos os personagens da vinha de Israel, percebemos que o vinho na instituição está seco, e o povo tem sede da fonte da água viva. 

As dificuldades dos profetas em levar a mensagem de Deus, para se converterem ao verdadeiro culto do verdadeiro Deus, é que na Babilônia os templos dedicados as divindades, era muito organizado e possuía uma liturgia de excelência, bastante atraente para o povo, pois através do culto dos templos, suas divindades era adorado de forma organizada: como o deus da alegria o deus da fecundidade, o deus da chuva, da multiplicação dos animais, dos seres humanos e com isso a influencia e domínio do deus pagão se tornou  muito popular; e com os cultos de mágicas, começa a enculturação, que levará o povo adorar as divindades, pensando estar adorando a Javé. 

No pós exilio, as lideranças do povo de Israel, decide bater de frente e fazer oposição, diante ás divindades da liturgia da Babilônia e outras divindades pagãs, e resolvem contar ou reescrever a origem do povo de Israel desde a criação do mundo, para que o povo de Deus e suas descendências compreenda que o fruto do sofrimento do povo, que levou Israel para o exilio é um castigo que Deus permitiu diante da desobediência a Javé.

Falando de forma romantizada ou através de parábolas, começa a transmissão da Torá, com a organização da mensagem de Deus, na liturgia do culto,  que mais tarde, pós a ressurreição de Jesus, séculos depois, para nós do seguimento cristão, os livros da Torá de forma ordenada chamaremos de pentateuco, que são os primeiros 5 livros de nossa biblioteca a Bíblia. 

No tempo de Jesus, além dos 10 mandamentos, existia outros 613 mandamentos, sendo 365 mandamentos negativos e 248 positivos, uma espécie de regras, diretrizes, ou documentos divididos em duas partes a ser estudado, mais que na prática era um jugo, impossível de ser vivido, que escravizava o povo durante a vida, em prol do comercio dos vendilhões do templo; onde Jesus mostrou que não era bobão e soltou o braço. 

Se você está perdidão em meio as ideologias, filosofias, documentos, livros de autoajuda e gostaria de nascer de novo, através de um encontro com a pessoa de Jesus Cristo, vem comigo e juntos de forma pedagógica, avançaremos na profundidade da fonte água da vida, em águas profundas, rumo ao reino definitivo. 

Não perca á próxima reflexão! 

Nossa Reflexão: Tarcísio Cirino
11-10-2020



CATEDRAL CATÓLICA É REABERTA COM JESUS NEGRO NO ALTAR DOS PERSEGUIDOS


A catedral católica de St Albans no reino unido a 35 km de Londres, reabriu mostrando no altar dos perseguidos, um quadro da pintura da última ceia, com Jesus sendo um negro.

O quadro com Jesus negro, da artista Lorna May Wadsworth, foi aprovado pelas lideranças da Igreja local na catedral em apoio aos ativistas "Black Live Matters"  ( Vidas  Negras Importam ).

Artista usou de base um modelo jamaicano, para retratar a última ceia da obra artística do século XV de Leonardo da Vinci. 

Os responsáveis pela catedral informaram que a pintura de 2,6 metros de altura no altar dos perseguidos foi para marcar a reabertura da Igreja, convidando as pessoas a olhar com olhos renovados para algo que você pensa que já conhece, e o reverendo  decano da Catedral disse: "a nossa fé ensina que somos todos feitos igualmente à imagem de Deus e que Deus é um Deus de justiça".

Em nota a Catedral de St Albans, informou que apoia o grupo de ativistas Black Live Matters, como aliados em prol da mudança na construção de uma comunidade forte e justa, onde a dignidade de todos os seres humanos é honrada e celebrada, onde as vozes pretas são ouvidas, e onde as vidas negras importam.

Grupos ativistas informaram que a pintura não teve objetivo de mostrar um retrato fiel de Jesus no altar dos perseguidos, e sim de promover um diálogo histórico de um Jesus que é frenquentemente embranquecido.

A líder do grupo Shelley Hayles, afirmou: Grande parte de nossa sociedade não tem problema em aceitar o retrato impreciso de um Jesus branco, mais são rápidos em questionar um Jesus preto, e esse é só mais um exemplo do racismo sistêmico que predomina no reino unido.

O apoio da Catedral católica Sta Albans, provocou um debate critico e acalorado nas paginas do Facebook no reino unido.

Nossa reflexão: amigo(a) quantos sacerdotes negros você conhece?

IGREJA NÃO PODE SER CÚMPLICE NA TRANSMISSÃO DA COVID-19.


No momento em que a pandemia do coronavírus está crescendo e tomando as periferias das cidades, centro, regiões metropolitanas às portas de uma nova eleição no Brasil, é quase improvável que daqui para frente, governantes, seja coerentes com sua missão, e trabalhem para manter o isolamento social em prol da vida, em especial no zelo pelos mais pobres. 

Mais nem tudo é trevas, é preciso valorizar o laicato e lideranças das Paróquias que em tempos de clericalismo, corporativismo, possui um conselho pastoral responsável, que sabe discernir a crise da saúde pública, não sendo cúmplice da conjuntura atual e diz não a politicagem, ou a um punhado de moedas e sai em defesa da vida. 

É grande o número de assintomáticos, que são aquelas pessoas que possui o vírus, e não sabem, pois não sente dor, febre, outros sintomas, e conseguem entrar em todos os lugares, infectando mais e mais pessoas.   

A catástrofe da saúde em nosso país, diante da COVID-19, só não foi maior até o momento, graças a coragem e orientações da CNBB: Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que com muita responsabilidade, e respeito a vida, orientou as paróquias, a realizar as celebrações de fé, através das redes sociais, rádios, TVs, mantendo o povo de Deus, em especial os cristãos católicos, a ficar em casa, participando em família da santa missa, na Igreja doméstica.

Estudos recentes mostra que existe 6 tipos diferentes de COVID-19, onde as pessoas infectadas podem ter sintomas como enxaquecas, dores musculares, fadiga, diarreia, e outros sintomas como a gripe, sendo possível o tratamento em casa, através da orientação médica e dependendo da cepa ou o tipo de coronavírus, pode evoluir rapidamente para complicações respiratórias, levando a UTI, podendo culminar com a morte. 

É fato que no momento as unidades de saúde no país já estão lotados, podendo entrar em colapso.

Rezemos para que com responsabilidade, sabedoria, nossos governantes saiba proteger o próximo, o povo que sofre, da pandemia do século.

Matéria Reflexão: Tarcísio Cirino
25-07-2020

VOCAÇÕES: O MILAGRE DA PARTILHA EM TEMPOS DE REFLEXÃO E MISSÃO.

Veículo da Missão:
 Agosto - mês vocacional e neste tempo de quarentena prolongada fomos surpreendidos, com registros históricos que conta a rica história da atuação do movimento de capelinhas na arquidiocese de Curitiba. 

Agradecemos às coordenações pela confiança do material, através de áudios, textos, fotos, livros atas, e com os devidos cuidados, vamos digitalizar os documentos, após concluir os estudos do material histórico, para conhecimento do público.

Os movimentos nascem e se formam em um contexto externo a Igreja local, mais atuam dentro das paróquias, é uma ação dos leigos que através de assembleia pode envolver, varias outras pastorais em um mesmo serviço, em prol do planejamento pastoral da paróquia ou diocese. 

Em especial, o movimento de capelinhas, chamado carinhosamente de formiguinhas de Nossa Senhora, ou de exército azul, vinha saindo do tradicionalismo e foi atualizando com as necessidades dos novos tempos e passou a ser mais que um movimento, e sim em uma organização mariana de centenas e centenas de pequenas comunidades que através da imagem de Nossa Senhora, visita às famílias da capital paranaense, região metropolitana e outros lugarejos, cidades, para momentos de oração e reflexão da boa notícia de Jesus Cristo e assim foi crescendo a Igreja doméstica, a exemplo das primeiras comunidades de fé.

Em sua ação evangelizadora, os objetivos foi ganhando o apoio de Bispos, párocos, lideranças de CCPs, em especial na última década no processo da nova evangelização. 

Mais como um movimento em sua maioria de pessoas idosas, se renovou, organizou e partiu para águas mais profundas, atraindo interesses de uma nova geração de mensageiras(os) e sua ascensão, na última década?
Em 2009 a região episcopal norte, realizou assembleia em especial através das coordenações paroquiais do movimento de capelinhas, motivados pelo saudoso bispo auxiliar da arquidiocese de Curitiba, Dom Dirceu Vegini, que orientou ás lideranças do setor Colombo a envolver os padres e demais lideranças vivas das pastorais dos setores da região, para a primeira assembleia do povo de Deus da região norte que foi denominada: EREN.

Após a bela participação de Padres e lideranças no primeiro EREN: Encontro Episcopal das Lideranças da Região Norte, as demais regiões episcopais, centro e sul, foram aderindo o modelo e implantaram o encontro de motivação em sua região episcopal.

Lideranças de pastorais e movimentos, em um primeiro momento realizava assembleia paroquial com os seus párocos nas Paróquias, para definir o que cada setor estaria priorizando e depois todas coordenações de Pastorais, lideranças e movimentos do setor, se reunia com o Bispo da região, para juntos em unidade, apresentar o que cada setor, região estava realizando no processo de evangelização através do Plano da ação evangelizadora da arquidiocese e Igreja do Brasil, tendo como foco, fortalecer a Igreja doméstica, através do subsidio CAMINHANDO.

Estas iniciativas integradas foram contribuindo no contexto da época para o fortalecimento do COMIDI, grupos de reflexão, pastorais, movimentos e expansão de novas mensageiras(os) nas regiões, que com ajuda de Padres, Frei, fomos denominando o processo de evangelização da Igreja doméstica, por: áreas missionárias ou áreas de missão.

No mês missionário do ano 2013, após a 34° Assembleia do Povo de Deus, na cidade de Maringá o saudoso arcebispo da arquidiocese de Curitiba: Dom Moacyr José Vitti, em um diálogo interno, nos motivou a continuar trabalhando em prol das áreas missionárias - através da estrutura do movimento de capelinhas para que as novas gerações do laicato do futuro, estivesse presente, no local onde mora, junto das famílias nos grupos de reflexão e não ficasse só na oração e ali ondes mora, fossem  missionários, portadores de uma mensagem,  germinando vocações. para a nova evangelização.
Diante do contexto, para o fortalecimento do processo de evangelização o subsidio de evangelização CAMINHANDO, foi repensado e passou a ser na conjuntura da época o subsidio de trabalho do Movimento de Capelinhas da arquidiocese de Curitiba,  com apoio de Dom Moacyr José Vitti, Dom Rafael Biernaski, Pe.Rivael de Jesus, Frei Marcus Miranda, COMIDI, diretoria do Movimento de Capelinhas, Pe.Regis Bandil.

Em 2015 o movimento é como uma grande família, um exército azul e conta com mais de 10 mil, mensageiras(os), está no auge, em crescimento e a partir dali começa de forma atrativa, uma espécie de santa concorrência de outros projetos, que vai atraindo e influenciando o sentimento de coordenações e mensageiras(os).

Em meados de 2017, parte das coordenações de setores da diretoria do movimento de capelinhas, começaram a questionar as doações feita pelas famílias nos cofres das capelinhas do movimento.

Segundo ás coordenações, ás mensageiras(os) estaria levando as doações nas reuniões geral do movimento, ou através de depósito em conta da arquidiocese, e estas doações, inclusive as vendas de camisetas, livros diretrizes e outras vendas, em prol das vocações, não chegava para formação dos futuros padres das congregações dos seminários religiosos.

No final de 2018, uma nova coordenação geral, assume o movimento e conhecendo o contexto, após ouvir as coordenações de setores, região, e visitar seminários, surpreende a todos e resolve colocar em prática o que diz: às diretrizes do movimento de capelinhas, para que as doações seja partilhada em igualdade entre os diversos seminários. religiosos e diocesanos.

De imediato a diretoria: formada de 15 coordenações de setores e 3 coordenações de regiões, formaliza junto ao Bispo, um plano de pesquisa, para saber quantas capelinhas estão em atividade na arquidiocese de Curitiba, com cofre e sem cofres, e qual é o número real de doações feito na reunião geral do movimento de capelinhas ou através de depósito na arquidiocese, para que as doações seja partilhada em igualdade entre os seminários religiosos e diocesanos, conforme rege as diretrizes do movimento de Nossa Senhora.

Em 2019, tem inicio em todas paróquias, o censo do movimento de capelinhas e antes de concluir a pesquisa, a coordenação geral: Sra.Carmen Brancaleone, é convidada a uma reunião particular, onde deixa o movimento de capelinhas. 

A secretaria oficial da diretoria do movimento de capelinhas, Sra.Vanessa Vieira de imediato, convoca uma reunião, para eleição da nova coordenação, entre ás 15 coordenações de setores e coordenações de região, para dar seguimento ao planejamento de trabalho de 2018.

Durante a reunião, se fizeram presentes padres da arquidiocese, onde um deles, sugeriu que não realizassem a eleição no momento, pois estava sendo apresentado naquele momento, uma coordenação interina no máximo até o fim de 2019, e segundo o padre a diretoria não tinha obrigação de aceitar, mais no momento por um breve tempo, até o final do ano, aceitassem, e depois no próximo ano, em assembleia a diretoria escolheria uma nova coordenação. 

As coordenações após participar da reunião, e tomar conhecimento, sentiram que estavam transformando o movimento em uma pastoral, com uma coordenação clericalizada imposta, e grande parte decidiu por afastar do movimento e chegou 2020 com a pandemia da COVID-19, um marco do triste tempo de exéquias.   

Parece que os esforços do Papa Francisco em reformar a cúria romana é como reformar a calvície, mais existe milagre...


Matéria: Tarcísio Cirino
02-08-2020

RECONSTRUIR A IGREJA É PRECISO!

Com este ícone venceremos as pandemias dos templos da sociedade e reconstruiremos a Igreja!

Não perca a reflexão na integra AQUI em breve, no veículo da missão..

Reflexão: Tarcísio Cirino
21-09-2020

A VEREADORA QUE CURITIBA PRECISA!

Envolver-se na politica é um dever uma obrigação de todo cristão, pois à politica é uma das formas de caridade que contribui e muito para o bem comum.



 


sexta-feira, 21 de agosto de 2020

OPERAÇÃO "VENDILHÕES" PODERÁ LEVAR PE.ROBSON À PRISÃO!

O seguimento cristão católico foi pego de surpresa com a triste notícia da manhã desta sexta-feira (21) com a operação "vendilhões" que investiga diversos crimes, inclusive de lavagem de dinheiro através de doações dos devotos para custear a construção do novo Santuário Basílica do Pai Eterno em Trindade - Goiás.

Durante a operação foram cumpridos 16 mandados em imoveis luxuosos de Goiânia e Trindade, inclusive em propriedades vinculadas ao Pe.Robson de Oliveira.

O MP de Goiás pediu o afastamento da associação e prisão de Pe.Robson  pois segundo as acusações o padre estaria desviando as doações de fé, há vários anos, se apropriando dos recursos financeiros e transferindo a terceiros.

O povo de Deus, ficou chocado, pois segundo as denúncias, associação administrada por Pe.Robson de Oliveira, recebe mensalmente 20 milhões por mês, em doações e na última década, mais de 2 bilhões foi movimentado pela entidade, onde só nos últimos 3 anos mais de 120 milhões foi transferido a terceiros.

A juíza Placidina Pires, indeferiu o pedido de prisão, pois o Padre,é primário com bons antecedentes criminais, sendo líder religioso. 

Em síntese informamos ainda que o arcebispo de Goiânia: Dom Washington Cruz, em nota na tarde desta sexta feira, informou, que aceita os atos praticados pelo judiciário e que a Igreja foi surpreendida e Pe.Robson Oliveira, pediu o seu afastamento do trabalho de reitor junto ao Santuário do Pai Eterno e AFIPE: Associação dos filhos do Pai Eterno, até que as investigações seja concluída.  

Em tempos de pandemias, perseguições, calúnias, rezemos pelo fim da corrupção e que o Pe.Robson de Oliveira, prove a sua inocência.  

Segue a baixo a nota na integra do arcebispo da arquidiocese de Goiânia.

Matéria: Tarcísio Cirino