sexta-feira, 17 de agosto de 2018

MANIFESTO PÚBLICO DE ORGANISMOS E MOVIMENTOS DA CNBB, SOBRE O MOMENTO POLÍTICO.


Manifesto público de Organismos e Pastorais da CNBB sobre o momento político que vivemos. 

 *Resistência Democrática, unidos pela justiça e paz!* 

 _Ele, porém, respondeu: "Eu vos digo: se eles se calarem, as pedras gritarão" Lc 19, 40_ 

Estamos vivendo tempos difíceis no Brasil. Males que pretendíamos ter deixado para trás voltam a nos atormentar e fazem sofrer o nosso povo. Pobreza absoluta, miséria e fome, desemprego e subemprego, mortalidade infantil, restrição e piora dos serviços públicos de educação e saúde, aumento da violência urbana e rural são algumas das pragas que sonhávamos estarem acabando.

Tempos moldados pelos interesses do capital financeiro e seus principais aliados, que se utilizam dos grandes meios de comunicação e tentam exercer uma hegemonia ideológica sobre o conjunto da sociedade.

Em 2016 aconteceu um Golpe de Estado no Brasil. Votou-se o "impeachment" da presidenta Dilma, por argumentos hoje reconhecidos como falaciosos. Após isso, implantou-se um governo sem legitimidade alguma que tem implementado um programa econômico autocrático, que destrói as políticas sociais e retira direitos, servindo a uma agenda neoliberal, seguindo plenamente os ditames do Capital, na contramão do projeto aprovado pela população nas eleições majoritárias de 2014.

Esse "governo" diminuiu substancialmente a participação da Petrobras no Pré-sal, vinculou os preços dos combustíveis ao mercado internacional, cortou o gasto público em despesas sociais por duas décadas, aprovou a terceirização da mão de obra em atividades fim, fez uma Reforma Trabalhista à imagem e semelhança dos interesses patronais, diminuiu drasticamente o número dos beneficiários do Bolsa Família, reduziu as verbas para saúde e educação, desmontou a fiscalização do combate ao trabalho escravo, estancou a demarcação de terras indígenas e quilombolas, aniquilou a Reforma Agrária em nosso país e busca liberar a compra-venda de terras para o mercado internacional, inclusive de terras de fronteiras.

Desde 2016, o orçamento federal sofre cortes substanciais em políticas sociais: universidades e institutos federais deixados à míngua; hospitais universitários e institutos de pesquisas sendo desmontados; redução orçamentária da CAPES, impedindo a formação continuada de professores; a agricultura familiar abandonada, a indústria nacional, especialmente a construção civil, naval e a do petróleo, jogada ao ocaso.

Os resultados desse horror logo repercutiram para as maiorias sociais. Houve um grande aumento do desemprego, precarização do trabalho e a renda média das famílias dos trabalhadores caiu, deixando milhões ao desalento.

Em meio a essa barbárie social, Itaú-Unibanco, Bradesco e Santander tiveram em 2017, lucro líquido de R$ 53,9 bilhões(1). Valor concentrado, fundamentalmente, por quatro famílias, livre de qualquer imposto ou contribuição social. Ou seja, quase duas vezes o valor do Bolsa-família para todo ano de 2018 que atenderia a 39 milhões de famílias beneficiárias.

Além disso, está em curso no Brasil um processo agressivo de transferência de renda do Estado para setores privilegiados, por meio de isenção de impostos, do perdão de dívidas e do sistema da dívida pública. O insaciável mercado mostra uma voracidade infinita ditando reformas que aumentarão ainda mais os seus escandalosos lucros, sem se importar com a escalada de sofrimento humano.

A ênfase que se dá ao combate à corrupção dissocia-se do enfrentamento às gritantes desigualdades sociais. Floresce um discurso que instrumentaliza esta luta contra a corrupção, que se tornou mecanismo para subverter a agenda pública nacional da Constituição de 1988, cujos os objetivos fundamentais são: construir uma sociedade livre, justa e solidária, garantir o desenvolvimento nacional, erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais.

Nesse quadro, os donos do poder fazem verdadeiros malabarismos jurídicos e políticos com a intenção de perdurar no tempo o atual modelo: judicialização da política e politização da justiça com notória seletividade e perseguição. O autoritarismo e a parcialidade do nosso sistema judicial aviltam o Estado democrático de direito. Exemplo disso é a substituição da vontade popular por um processo casuístico que prendeu o ex-presidente Lula e tenta inviabilizar sua candidatura à Presidência da República.

As eleições de 2018 serão uma das mais decisivas da história brasileira, pois nelas se enfrentarão projetos de país e sociedade, representados por partidos e candidaturas aos Executivos e aos Legislativos. Por um lado estarão aqueles identificados com o atual governo tentando se legitimar, por outro, aqueles genuinamente portadores dos anseios mais profundos do povo brasileiro na sua incansável saga por soberania e direitos universalizados.

Nessas eleições outro grande desafio para as forças da resistência democrática e popular é enfrentar candidaturas com forte conteúdo neofascista.

Neste momento dramático, em que estão em risco o presente e o futuro de nossa nação, não podemos "lavar as mãos", nos omitir, nem buscar refúgio na neutralidade. O momento exige solidariedade com os empobrecidos, oprimidos e marginalizados.

Para tanto, propomos construir um programa que seja uma referência e orientação para nossa gente nas eleições e que possa movimentar a espiral de cidadania e do bem comum.

Entre esses pontos, as entidades signatárias propõem:

1. Revogação das mudanças aprovadas na CLT que retiram direitos trabalhistas.

2. Reversão das privatizações executadas e fortalecimentos das empresas públicas.

3. Revogação da Emenda Constitucional 95, que congela os investimentos sociais por 20 anos.

4. Realização de uma Auditoria Cidadã da Dívida Pública, que consome aproximadamente metade de todo o orçamento público brasileiro.

5. Realização de Reforma Tributária que combata a desigualdade, taxando as grandes fortunas, as grandes heranças, os dividendos de grandes empresas e do sistema financeiro. Reversão das isenções fiscais e do perdão de dívidas e cobrança dos impostos devidos por grandes empresas.

6. Retomada dos programas sociais nos moldes anteriores a 2016, reforçando-os e universalizando-os.

7. Denúncia da partidarização e seletividade do judiciário.

8. Respeito à presunção da inocência e a Constituição que garante que a prisão somente deve ocorrer quando todos os recursos e instâncias tenham se esgotado.

9. Mobilizar a sociedade para uma ampla Reforma do Estado, que estimule mecanismos de participação direta, promova a democratização e a pluralidade dos meios de comunicação e garanta o pleno respeito aos direitos humanos.

10. Implementação do direito à demarcação das terras indígenas e quilombolas e realização de uma reforma agrária ampla e popular, com incentivos à produção agroecológica e agroflorestal e à comercialização de alimentos saudáveis para toda a população brasileira.

Assinam: 

Cáritas Brasileira

Comissão Brasileira Justiça e Paz

Comissão Pastoral da Terra

Conferência dos Religiosos do Brasil

Conselho Indigenista Missionário

Conselho Nacional do Laicato do Brasil

Conselho Pastoral dos Pescadores

Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social

Pastoral Carcerária

Pastoral Operária

Serviço Pastoral do Migrante


FESTA NO ALTO DA COLINA

Depois daquele dia que sepultamos aquela semente, a vida nasceu no campo através de uma grande árvore com bons frutos.

Os pássaros no céu que voavam de um lado para outro, na busca de um lugar onde pudessem descansar, alimentar, construir  seus ninhos para gerar seus filhos e viver felizes com suas famílias, encontraram a felicidade nos galhos daquela grande árvore.

Também eu com o meu pobre português, navegando de um continente para outro, encontrei pássaros do céu ao longo do caminho que me falaram de um certo reino, onde podemos construir o nosso lar e desfrutar as riquezas do campo, nessa grande árvore. 

 Do alto da colina, voando como uma águia, vi as grandes árvores com as relvas nos campos e os pássaros em seu habitar construindo o reino com suas sementes, naturais, minerais gerando muitos alimentos e riquezas. 

Comecei a refletir tudo o que meus amigos, os pássaros, contaram no longo caminho e hoje gostaria de compartilhar com você, para que você também conheça a semente, o caminho da felicidade.

Obs: A reflexão é uma metáfora através de algumas mensagens que recebemos da sociedade durante este ano, que nos ajuda a compreender o mundo que vivemos onde todos estamos  inseridos e sofremos..

Segundo mensagens que recebemos, para você encontrar a felicidade, você não pode ser da direita e nem da esquerda, você não pode tomar partido e ficar do lado dos pobres.

Você precisa compreender que os pobres pássaros são apenas pau de manobra de um sistema global, onde os países ricos, através dos conglomerados financeiros investe nas colônias para manter o pobre sempre ali com pequenos recursos para sua sobrevivência.

Durante a vida, os pássaros  produzem uma diversidade de matérias primas para sustentar e valorizar produtos no mercado financeiro em diversos países, através da bolsa de valores.

Os países ricos possuem a Terra a séculos e tudo o que está no sistema global e assim controlam o rebanho, os pássaros, através de um sistema uma espécie de pirâmide, onde muitos constroem seu ninho neste sistema e fazem parte desta equipe, neste mundo. 

Para este grupo, foi fácil assumir o controle do rebanho e possuir os pássaros e as árvores da Terra.

E tudo só foi possível através da educação, onde tudo o que você aprende nas escolas, aprende segundo a vontade de terceiros para que a sua consciência através de seu conhecimento, possa ser útil e servir a interesses para o controle dos pássaros, nas gaiolas das colônias.

Muitos acreditam ter encontrado a felicidade nesse ideal, onde os ricos possuem a Terra e toda matéria prima produzido no planeta.

Você pode ajudar muito nessa missão de controle global através desta colônia neste país, ficando em silêncio com sua espiritualidade não encarnada em seu rebanho, não falando de política para os pássaros que voam pelo céu de um lado para outro, procurando uma árvore para repousar neste reino, neste ano de eleições.

Quanto a mim, ficarei do lado dos Pobres!!

Texto: Tarcísio Cirino
30-07-2018

CONVITE A CONSELHOS PASTORAIS

No último sábado 23 de junho, lideranças das 07 Paróquias do Setor Colombo, participaram de uma manhã de formação na Paróquia Santa Terezinha de Lisieux, arquidiocese de Curitiba.

O evento de formação teve inicio com Pe.Regis Soczek Bandil, que motivou as lideranças e trabalhou de forma breve a "Exortação Apostólica Gaudete Et Exsultate, do Papa Francisco, onde fala sobre o chamado a santidade no mundo atual".

Na sequencia Dom Francisco Cota, motivou e orientou as lideranças, através dos documentos 100, 105, 106, 107 da CNBB. 

No vídeo á cima, uma pequena síntese, um aperitivo do que foi o encontro do Setor Colombo, com imagens onde Dom Francisco Cota, convida os meios de comunicação, rádios, mídias sociais, a divulgar o "Convite: Missa de 7° dia", conforme sátira no áudio e as orientações no vídeo, publicado à cima.

O encontro foi de alto nível, com a presença e animação do Grupo Afro, Pe.André Marmilicz CM, Pe.Tadeu Camilo, Pe.Jefferson Costa, diáconos, coordenadora: Josiane Andrade do Movimento de Capelinhas e Comissão 13, Coordenador do Setor Tarcísio Cirino, e cerca de 500 lideranças das 7 Paróquias do Setor Colombo, envolvidos com os trabalhos de Grupos de Reflexão.

Matéria: Tarcísio Cirino
25-06-2018

ENCONTRO NACIONAL DOS BISPOS REFERENCIAIS DAS PASTORAIS SOCIAIS

Bispos das Pastorais Sociais aprofundam os 50 anos dos compromissos da Conferência de Medellín

16 bispos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que acompanham as pastorais sociais nacionalmente e nos regionais se reuniram no Centro Cultural de Brasília (CCB) em Brasília (DF), de 30 a 31 de julho, para um momento de formação, partilha e espiritualidade. O objetivo do encontro, segundo o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora, frei Olavo Dotto foi  “proporcionar momentos de partilha entre os bispos sobre sua missão, enquanto animadores das Pastorais Sociais e Organismos vinculados à CNBB e, à luz do documento de Medellín, aprofundar a temática do compromisso social dos leigos e leigas”.
Os bispos estudaram o tema: “Compromisso social dos leigos a partir de Medellín”, segunda conferência geral do episcopado latino-americano, realizada em 1968, na Colômbia. O padre José Oscar Beozzo, historiador e membro do Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEEP) ajudou a retomar as contribuições desta conferência por meio de um panorama histórico. Segundo ele, esta conferência provocou na América Latina e, de modo muito particular no Brasil, a “criação de uma nova identidade da Igreja, levando a falar com propriedade de uma pastoral, teologia e de um rosto eclesial latino-americano e caribenho”.
O bispo de Lages (SC), dom Guilherme Werlang, presidente da Comissão para Ação Social Transformadora, defende que é muito importante para os novos bispos aprofundar as contribuições de Medellín sobretudo porque a Pastoral Social da CNBB nasceu a partir das opções feitas pelos bispos latino-americanos nesta conferência. “A nossa e a nova geração de bispos devemos apropriar tanto das colocações e opções do Vaticano II quando a aplicação dele na América Latina por meio da Conferência de Medellín”, ressaltou.
O bispo-auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, presente ao encontro, reafirmou a importância de Medellín para ajudar a encontrar caminhos pastorais que auxiliem diante dos desafios sociais do presente. Na ocasião Dom Leonardo comunicou que a CNBB publicará, pela primeira vez no Brasil, o documento completo de Medellín.
Encontros como este, defende o bispo auxiliar de São Paulo (SP), dom Eduardo Vieira dos Santos, referencial da Pastoral da Mulher Marginalizada, contribuem muito para refletir sobre as diversas realidades enfrentadas pelos bispos em suas dioceses e frentes de atuação. “Este encontro e as reflexões a partir dos 50 anos de Medellín nos animam a caminhar construindo uma sociedade que visa sempre o bem comum, a fraternidade e a comunhão”, disse.
Bispos presentes:
Dom Arnaldo Carvalheiro Neto, diocese de Itapeva (SP) e referencial da Caritas no Regional Sul 1.Dom André de Witte, diocese de Rui Barbosa (BA), referencial do regional Norte 3, presidente da Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Dom Canísio Klaus, diocese de Sinope (MT)
Dom Eduardo Vieira, bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo (SP) e referencial para a Pastoral da Mulher Marginalizada e Campanha da Fraternidade, CEBs e Pastorais Sociais no Regional Sul 1.
Dom Edson Oliveira, diocese de Eunápolis (BA), referencial da Pastoral dos Nomades.
Dom Enemésio Lazzaris, diocese de Balsas (MA), presidente da Comissão Episcopal para o Enfrentamento ao Tráfico Humanio e referencial do regional Sul 5.
Dom Francisco Cota de Oliveira, bispo auxiliar da Arquidiocese de Curitiba (PR), referencial para a Pastoral Carcerária regional Sul 2.
Dom José Luiz Azcona, diocese de Marajó (PA), referencial do regional Norte 2 e da Comissão para Justiça e Paz.
Dom José Valdeci, diocese de Brejo (MA) referencial para o Conselho Pastoral dos Pescadores e membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora.
Dom Guilherme Werlang, diocese de Lages (SC), presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Social Transformadora.
Dom Luiz Gonzaga Fecchio, diocese de Amparo (SP), referencial da da Pastoral do Menor Nacional.
Dom Mario Marquez, diocese de Joaçaba (SC), referencial das Pastorais Sociais no regional Sul 4.
Dom Moacir Aparecido de Freitas, diocese de Votuporanga (SP).
Dom José Reginaldo Andrietta, diocese de Jales (SP), referencial da Pastoral Operária e Comissão Especial para o Ano do Laicato.
Dom Roberto Ferreria Paz, da diocese de Campos (RJ) e referencial da Pastoral da Súdade Nacional.
Dom Rodolfo Weber, arquidiocese de Passo Fundo (RS), membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora.

Com colaboração de Jardel Lopes, coordenação da Pastoral Operária Nacional
Fonte: CNBB

LIDERANÇAS DO BRASIL: PEDEM AJUDA AO PAPA FRANCISCO

O advogado argentino Juan Grabois, consultor do Papa Francisco, em assuntos no Vaticano, do Discatério da Promoção da Vida Humana Integral, visitou o Brasil e ouviu o clamor das lideranças do Povo de Deus, na noite do último 11 junho, no encontro com lideranças e representantes de Universidades, Escolas, Movimentos Sociais, Pastorais, Paróquias, da igreja do Brasil.

Durante o diálogo no encontro com parte das lideranças da igreja, foi feito pedido a Juan Grabois, que leve ás informações do que visualizou no Brasil para conhecimento do Papa Francisco.


 Após ouvir o diálogo das lideranças, me parece sem generalizar; pois é bom que se diga: no Brasil, temos, em todas dioceses um clero com muitos bons Padres e bispos santos, no entanto também existe uma minoria influente que está bem longe daqui, uma espécie de "Senhores Feudais", que em seus territórios sendo eles, apajeados por lideranças que nascem do clericalismo, estes, coloca os pobres cristãos á trabalhar em um ativismo forte na construção da casa grande.


Com um método de espiritualidade nas nuvens, estes "Senhores", impõe uma agenda de trabalho nas construções que impossibilita os cristãos de pensar, descansar, ter lazer com a família, estudar os documentos do Papa, e a partir dai, ás consciências ficam anestesiadas na conjuntura eclesial, politica, através da força das grandes mídias de comunicação, que manipula ás consciências. 


Diante da estrutura, a nova Paróquia, com ás mudanças que precisa acontecer no contexto eclesial, só será possível em nosso tempo, através dos leigos, tendo eles, formação atualizada dentro da conjuntura atual, com apoio e ajuda dos bons e santos Padres.


Dito isso, vemos nos dias atuais "Leigos, Padres", com medo de se posicionar, pois se alguém navegar contra o sistema e decidir lutar pela causa dos pobres, estes são perseguidos e até excluídos do trabalho em algumas comunidades.

Diante do contexto, as lideranças do Brasil entregaram cartas a Juan Grabois, e pediram que as informações chegue até o Papa Francisco, na esperança que nossa geração, perca o medo e se coloque no caminho da nova evangelização.

 Matéria: Tarcísio Cirino
 18-06-2018

A IGREJA INVISÍVEL: PASTORAIS SOCIAIS

Veiculo da Missão: Me lembro como se fosse hoje, quando na história do Brasil, um Papa, visitou pela primeira vez esta terra da Santa Cruz.

Depois de algumas décadas, ainda posso ouvir a sua voz o seu clamor, gritando em meus ouvidos através de São João Paulo II;"O Brasil precisa de santos, o Brasil precisa de muitos santos!" 

O Brasil precisa muito de você..

Em tempos onde predomina o gnosticismo, pelagianismo, pós-verdade: as grandes mídias a serviço das grandes instituições, organizações, conglomerados financeiros internacional, manipula a consciência do povo, na conjuntura social econômica e politica, para no presente e no futuro próximo assumir agenda de governo, com aqueles que representa os interesses dos grandes bancos, e dentro deste mundo cruel das tecnologias que escraviza as pessoas, somos desafiados a ser livres, sendo igreja, e juntos lutar pela causa do povo que sofre, em especial os mais pobres.   

Me parece que é dentro deste contexto que somos chamados a cumprir a nossa missão, sendo igreja, comprometida com a "Casa Comum", que muitas vezes por inocência ou falta de conhecimento, sofre com as mazelas de nosso sistema de governo politico global, onde todos(as) estamos inseridos, e padecemos.

A Comissão Pastoral da Ação Social Transformadora, realizou nos dia 04 a 06 Maio na casa de encontros dos Freis Carmelitas na Vila Fanny, em Curitiba, o 9° Encontro das Pastorais Sociais e Organismos do Regional Sul 2 CNBB, com a participação dos representantes das 18 dioceses do Paraná, na coordenação de Jardel Neves Lopes, sendo o tema do encontro: Alegrai-vos e Exultai-vos ( Gaudete et Exultate )
Após reunião com as coordenações das Pastorais Sociais, aconteceu no sábado dia 05, na parte da manhã, estudo de análise de conjuntura econômica social com o cientista político, Masimo Della Justina, professor do Departamento de Ciências Econonomicas da PUCPR, mestre pela London School of Economics.
 Masimo, aprofundou análise conjuntural e Estrutural da economia e da política no contexto global, para que todas coordenações das Pastorais Sociais, compreendesse, como os grandes Países,
conglomerados financeiros, utiliza-se da boa fé das pessoas, influenciando através das grandes empresas, mídias, e  descarta as pessoas e governos em momentos oportuno de acordo com os interesses financeiros, para controle econômico e politico do País.
Na parte da tarde aconteceu estudo da nova encíclica do Papa Francisco: GAUDETE ET EXSULTATE, com o teólogo João Santana.
No domingo ás 7:30h o dia começou com a Santa Missa, presidida por Dom Francisco Cota, bispo referencial das Pastorais Sociais. 

Na sequência as coordenações das Pastorais Sociais do Regional Sul 2 CNBB, se reuniram com as coordenações das demais Pastorais, para dialogar, estudar como trabalhar a evangelização de nosso tempo em conjunto, com as demais Pastorais.

O encontro encerrou ás 12:00h, domingo dia 06 de Maio, com oração e benção dos sacerdotes presentes.

Obs: No vídeo á cima, selecionamos a fala da coordenação da Pastoral Carcerária, Pastoral indígena, com a reflexão de Dom Francisco Cota, e imagens do encontro. 

Em breve, publicaremos vídeos exclusivos de todas Pastorais Sociais, presente neste encontro.

Matéria: Tarcísio Cirino
07-05-2017


QUE MISTÉRIO TEM O PAPA?

Em tempos onde carteis, instituições, governos, utiliza os meios de comunicação, a serviço da manipulação das consciências em massa, viver o cristianismo é quase impossível e passou a ser para os santos.

Nos dias atuais é preciso urgente, um olhar, com consciência critica a realidade da conjuntura eclesial, politica, tal como ela é.

Diante do contexto, comunicar com competência e maestria estratégica, a verdade, para que a nossa geração, ou as próximas gerações, tenha consciência critica das forças e meios que governa as consciências em massa no mundo.

Com a força das grandes mídias, a religiosidade sem espiritualidade, deixou nossa geração carente, doente, e sem consciência critica.

A partir dai o homem de nosso tempo, preenche as suas carências na busca do culto ao corpo, procurando uma religião a seu gosto, buscando a felicidade no aplauso, e desta forma se preenche a carência afetiva, de onde nasce em nosso meio, em nosso tempo o grande mercado das seitas.

Em nosso tempo, quem quiser ser influente no presente para  mudar á conjuntura do mundo atual no presente, precisa amar o mundo no presente, saber escutar, discernir, e com maturidade na fé, comunicar até as últimas consequências. 

O Papa Francisco, é o modelo da comunicação no momento, pois fala na terra de Lutero, e domina com maturidade o terreno da comunicação no presente, com linguagem clara que todos compreendem, levando a boa noticia de Jesus Cristo, com a identidade da missão da igreja, sem medo da perseguição no presente.

Ideólogos fracassados se frusta, diante da comunicação do Papa Francisco, nas audiências ás quartas-feiras em Roma.

É um fenômeno de comunicação nas audiências, viagens, jornadas mundiais.  

E que mistério tem o Papa Francisco?

Milhões de pessoas de diversas idades e classes sociais, querem ouvir o Papa Francisco.

Jovens do mundo inteiro deixa o rock, para ouvir um Papa idoso, participando das jornadas mundiais da juventude.

É possível que a chave do mistério, seja uma consciência critica, atualizada para o nosso tempo, através da "Lectio Divina, com á Doutrina Social da Igreja, e maturidade na transmissão da Fé".

E Viva o Papa!!

Texto: Tarcísio Cirino
30-06-2018