segunda-feira, 23 de setembro de 2019

NOTA: MOVIMENTO DE CAPELINHAS - SETOR COLOMBO

Informamos a diretoria e demais coordenações mensageiras(os) do Setor Colombo, que desde a última Missa de posse da diretoria do movimento de capelinhas da arquidiocese de Curitiba, na coordenação geral de Carmen Brancaleone, foi estabelecido de imediato um plano de ação nas primeiras reuniões da diretoria 2018/2019, através das coordenações de setores da seguinte forma.

1° Mandar fazer de imediato, estandarte novos do movimento de capelinhas, para as 3 regiões episcopal.

2° Fazer um GUIA, para acompanhar a visita de Nossa Senhora das capelinhas, para que as famílias conheça melhor os objetivos do movimento em prol das vocações.

3° Atualizar pesquisa e saber a quantidade de mensageiras(os) de capelinhas nas Paróquias e quantas capelinhas estão sem cofres e com cofres e produzir um  adesivo, selo vocacional em nome da arquidiocese para colocar nas capelinhas.

4° Trabalhar as diretrizes do movimento nas reuniões geral para que as coordenações Paroquiais possa conhecer melhor o movimento e transmitir as orientações as mensageiras nas reuniões de suas comunidades.

5° Fazer levantamento das doações que o movimento de capelinhas arrecada por mês em prol das vocações; estabelecendo um pequeno percentual, para suprir as necessidades dos trabalhos das coordenações de setores nos encontros de formação e assembleias.

6° Realizar retiro para a diretoria, formação de setor, assembleia, Missa de aniversário do movimento e confraternização de final de ano.

Durante o transcorrer dos trabalhos 2018/2019 e após a formação na Paróquia Nossa Senhora da Saúde em Colombo, foi convidado o casal Marconato a fazer parte do movimento de capelinhas e no entanto a coordenação geral Carmen Brancaleone, por motivos particulares decidiu deixar a coordenação e com a sua saída, parte das coordenações de setores e coordenações de região, resolveram também deixar as suas coordenações com exceção da coordenação da região norte, que decidiu permanecer.

O movimento de capelinhas é um movimento de leigos e no momento está na coordenação interina do casal Marconato, que vem trabalhando para repor as coordenações que saíram do movimento, realizando as formações de setores e trabalhando o planejamento que foi estabelecido nas reuniões 2018/2019 da diretoria do movimento capelinhas.

Por último, no sábado 14 setembro, aconteceu reunião do movimento a nível de setor Colombo, em preparação a formação que acontecerá no dia 19 de outubro no auditório do Colégio Santa Cândida.

A reunião foi produtiva e durante a reunião a coordenação interina, informou que o diácono, trabalharia a formação sozinho, através das orientações do GUIA, Livro Diretrizes e história do Movimento.

Como sugestão que recebemos para melhorar a formação sugerimos o convite a um Padre para trabalhar o primeiro momento da formação, dentro do contexto da formação de mensageiras(os) para que todos conhecesse um pouco mais o subsidio das novenas de Natal, para fortalecer os grupos na evangelização dos setores de capelinhas do Setor Colombo.

O setor Colombo é referência e por último fomos surpreendidos em reunião na sala João Paulo II na cúria, com o casal nos informando que não disse nada que iria realizar a formação sozinho e que temos o direito de compreender o que quiser e mesmo sendo coordenador de setor do movimento não poderíamos tomar decisões, pois isso só cabe a coordenação geral interina.

Dito isso, para o bem de todos em comum acordo, decidimos por continuar no movimento de capelinhas, mais não mais na coordenação do Setor Colombo. 


Tarcísio Cirino
17-09-2019

domingo, 22 de setembro de 2019

PADRE POLONÊS KAMISERZ É ASSASSINADO EM BRASÍILIA.

Bandidos invadiram a casa paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Saúde em Brasília, na noite deste último sábado 21, e com arame farpado tiraram a vida do Padre polonês: Kamiserz Wojn, após assalto na 702 norte em Brasília.

Segundo depoimentos o Padre celebrou Missa ás 18h30 e depois foi fiscalizar a obra no terreno da Igreja.

A Policia Militar do Distrito Federal, esteve no local e informou que além dos pertences pessoais do Padre o cofre da Igreja também foi  revirado.

O caseiro da Igreja José Gonzaga da Costa, 39 anos, tomava conta das reformas e também foi feito de refém e durante ação dos bandidos o caseiro sofreu escoriações nos braços e conseguiu gritar por socorro, o que fez com que os bandidos fugissem do local, por volta das 21h30, segundo depoimento do irmão do caseiro Célio Gonzaga da Costa, que estava dormindo no local e acordou com o celular vibrando e com os gritos do irmão.

De acordo com as informações dos Policiais o Padre foi morto dentro da casa paroquial com os pés e mãos amarrados e com arame farpado no pescoço, sendo o corpo arrastado para fora da casa, e o caseiro foi levado para o Hospital Regional da Asa Norte.

O crime está sendo investigado como latrocínio (roubo seguido de morte) e até o momento desta matéria, nenhum suspeito foi preso.

A Igreja já tinha sofrido um assalto no domingo de Páscoa, onde foi levado o sacrário que depois foi recuperado e segundo as denúncias: o polonês era conhecido por Pe.Casemiro e já tinha alertado as autoridades policiais do Distrito Federal da insegurança na comunidade Paroquial.

Matéria: Tarcísio Cirino
22-09-2019

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

CNBB: NOTA SOBRE OS CONSELHOS PARITÁRIOS


CNBB: NOTA SOBRE OS CONSELHOS PARITÁRIOS


TENSÃO NO PARANÁ: GOVERNADOR AUTORIZA DESPEJO DE FAMÍLIAS NO CAMPO.

Ameaças de despejos e destruição da vida comunitária de camponeses que trabalham para ganhar o sustento através da produção de alimentos é uma triste rotina para as famílias pobres que vivem da agricultura no Paraná.

O governador Carlos Roberto Massa Júnior, autorizou o uso da Policia Militar para o despejo de 54 famílias da comunidade José Rodrigues no município de Laranjal, região centro do Paraná.

A Comissão estadual de Conflitos Fundiários, marcaram uma reunião hoje de manhã no GGI: Palácio Iguaçu, para buscar um diálogo para solucionar os conflitos.

Outras informações estaremos publicando assim que forem nos repassado as notícias.

Tarcísio Cirino
19-09-2019

BISPOS E O GOVERNADOR DO PARANÁ SE REUNIRAM PARA DIALOGAR SOBRE AS QUESTÕES SOCIAIS.

No último dia 10 setembro 2019, uma comissão de Bispos do Paraná, representada por: Dom Geremias Steinmetz, Arcebispo de Londrina, Dom José Antônio Peruzzo, Arcebispo de Curitiba, Dom Anuar Battisti, Arcebispo de Maringá, Dom Edgar Xavier ErtI, Bispo de Palmas e Francisco Beltrão, Dom Manoel João Francisco, Bispo de Cornélio Procópio, Dom Sergio Arthur Braschi, Bispo de Ponta Grossa e o Pe.Valdecir Badzinski, secretário executivo do Regional Sul 2 da CNBB, estiveram em reunião com o Governador Carlos Roberto Massa Júnior e seus assessores para tratar das questões sociais de reintegrações de posse no estado do Paraná.

Os Bispos sentiram-se acolhidos e num clima de diálogo atualizaram o Governador a situação das pessoas e comunidades que já foram vitimas de despejos e das que estão sendo ameaçadas, tendo em vista o fato de estarem em situação de vulnerabilidade, vivendo com medo e insegurança em suas propriedades, onde produzem alimentos para si e para a sociedade ao seu redor.

Foi apresentado o pedido de que sejam esgotados todos os recursos possíveis antes de haver uma reintegração de posse. 

Para isso, os Bispos recomendaram o uso de todas as instituições previstas e estabelecidas em leis, em especial a Comissão Estadual de Mediação de Conflitos Fundiários (Decreto estadual 10438/2018) e a Constituição Federal.

Pediram também que sejam cessadas todas as ações de violência no campo, permitindo que os agricultores possam trabalhar para sustentar suas famílias com dignidade e viverem em paz. A presença de sobrevoos com helicópteros e rondas de viaturas policiais é uma forma de ameaça e agressão às pessoas e, em especial, às crianças.

O Governo comprometeu-se em rever as ações na dimensão política, social e humana, por isso está restaurando e fortalecendo a Comissão Estadual de Mediação de Conflitos Fundiários, buscando esgotar todos os recursos para evitar as reintegrações de posse. Porém, manifestou a limitação diante das estâncias jurídicas, pois estas são superiores e extrapolam a liberdade e a força do estado.

Mesmo assim, os Bispos insistiram que uma limínar judicial pode ser revista, por meio do diálogo entre os órgãos institucionais e o juiz responsável, antes de ser executada.

Rogamos a Nossa Senhora do Rocio que continue intercedendo pelo povo paranaense nos caminhos trilhados.

 Imagens do 32° Grito da Romaria da Terra do Paraná.
Matéria:  http://missoespopulares.blogspot.com/2019/09/o-grito-dos-excluidos-na-romaria-da.html

CONHECER PARA RESPEITAR: ROTA RELIGIOSA DE CURITIBA.

Professores de história, estão realizando um belíssimo trabalho, sendo agentes turísticos em Curitiba, transmitindo aos visitantes turistas e curitibanos da capital paranaense o conhecimento da história da cidade, Fé, e religiosidade popular, através de roteiros turísticos.

Veículo da Missão: a convite no último sábado 27, fomos conhecer o trabalho dos agentes da Prefeitura de Curitiba, e após conhecer o roteiro turístico religioso, estamos publicando em vídeo, a primeira parte daquilo que vimos e ouvimos, e que nos ajuda muito a conhecer para respeitar a diversidade, pluralidade religiosa e valorizar, índios, negros, em especial em nosso tempo o povo mais pobre.

Nas escolas, foi nos ensinado que Curitiba, nasceu através do trabalho dos italianos, poloneses, ucranianos, alemães, japoneses; e no entanto esqueceram de contar que aqui estava os índios, os negros, que contribuíram muito trabalhando na construção da cidade, em especial na história  das comunidades.

A força do espirito na sacralidade, promoveu a gênesis e deu origem a diversidade de culturas religiosas, com o  nascimento dos bairros na cidade sorriso.

Um exemplo que nos ajuda a compreender o passado e o presente, é, Santa Cândida, um dos bairros da capital paranaense, localizado no ponto mais alto de Curitiba - Brasil; que vem sendo notícia nos últimos anos e passou a ser conhecido no mundo, através das grandes mídias, com a cobertura da Lava Jato.

O que muitas pessoas não sabem é que no bairro de Santa Cândida, está um dos maiores terreiros de Umbanda do Brasil, e outras culturas fruto do sincretismo religioso, que no percurso da história foi se instalando nas periferias de Curitiba.

E como foi nascendo a diversidade, pluralidade de culturas na capital paranaense?

Quando falamos do início da cidade de Curitiba a história nos faz lembrar os poloneses, italianos, ucranianos, alemães, japoneses, outros,  e  esquecemos na história, o bem que fez os mais pobres os negros, índios que tanto contribuíram com seu trabalho nas construções que deu origem ao povoado da capital do Paraná.

No início a burguesia não permitia que os escravos, negros, marginalizados, entrassem na igreja.

As famílias contribuía financeiramente na construção do templo religioso e os primeiros lugares dentro da igreja, era reservado para as famílias mais abastadas .

Os bancos dentro da igreja, era reservado e marcado com os nomes das famílias mais ricas; da frente do altar para trás, até o fundo da igreja: de acordo com suas posses financeiras.

Em nosso tempo a começar por São João Paulo II: a igreja tem pedido perdão pelos pecados cometidos; e segundo alguns depoimentos do Papa Francisco, o clericalismo é uma peste, um mal, uma perversão da igreja, da qual é preciso iniciativas e sair desta enfermidade que escraviza.

Obs: As imagens no vídeo a cima é apenas um aperitivo, que nos ajuda a compreender a história, e cultura religiosa na casa em comum no passado e nos ajuda a compreender nossa missão no presente, com um olhar para o futuro.

Em breve estaremos publicando a 2° parte.

Matéria: Tarcísio Cirino
28-04-2019

OS LOBOS NA FLORESTA TEM MEDO DO SÍNODO DA AMAZÔNIA

O Sínodo da Amazônia tem recebido injustamente muitas críticas de lobos políticos com interesses nas riquezas das florestas do chão dos povos indígenas da Amazônia e até em parte da Igreja, existe grupos que querem silenciar o Papa Francisco com o Povo de Deus e procuram desestabilizar os trabalhos do Sínodo da Amazônia para que a Igreja fique nas sacristias e não comente, não fale do berço da maior biodiversidade da floresta tropical do mundo, que abriga 20% da água doce não congelada do planeta e atrai turistas, cientistas, comércio e laboratórios de pesquisas nas milhares de espécies da fauna e da flora.

Uma corrente radical a começar pelo alemão cardeal Walter Brandmuller e outros procura influenciar as grandes mídias e seus seguidores  com os seguintes pensamentos: "o que a ecologia, a economia e a política tem a ver com o mandato e a missão da igreja?  E a cima de tudo: que competência profissional e autoridade tem um sínodo eclesial de Bispos para emitir declarações nesses campos?"

Fica evidente e crescente o pensamento do alemão que influência em parte os funcionários de governos e grupos radicais que muito se fala de louvor, oração e Palavra,  mais na prática o testemunho fica enclausurado no cerco dos comportamentos que fortalece o clericalismo em seus currais.

É dentro deste contexto do mundo atual que acontece o Sínodo da Amazônia em Roma dos dias 6 a 27 de outubro, onde Bispos da região Pan-Amazônica estará refletindo o tema: Amazônia novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral".

O Sínodo da Amazônia: convocado pelo Papa Francisco é um grande projeto eclesial, cívico e ecológico que visa superar confins e redefinir as linhas pastorais, adequando aos tempos atuais.

Neste imenso território habitam cerca de 34 milhões de pessoas, dos quais mais de 3 milhões são indígenas pertencentes a mais de 390 grupos étnicos, onde povos e culturas diferentes como afrodescendentes, camponeses, colonos, vivem em uma relação vital com a vegetação e as águas dos rios.

Embora a temática do sínodo se refira a uma região especifica com os 9 países Pan-Amazônia: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela, Suriname, Guiana e Guiana Francesa; as reflexões irão além do território geográfico, pois abrangem toda a Igreja e dizem respeito ao futuro do planeta.

A pauta do instrumento de trabalho não foi feita pelo Papa Francisco e sim por uma equipe de estudiosos que realiza uma consulta sobre os assuntos com o laicato e lideranças religiosas e após as consultas os temas são apresentados no Sínodo, onde é feita uma discussão sobre os assuntos e estudos e após o Sínodo é entregue os resultados da conclusão ao Papa, para que ele possa conhecer os resultados e escrever a "exortação pós-sinodal".

No entanto caso o Papa não concorde com as conclusões apresentados pelo sínodo, ele não é obrigado a endossar as conclusões e no tempo oportuno, sem data definida se apresenta o documento da exortação pós-sinodal.    

Matéria: Tarcísio Cirino
15-08-2019