segunda-feira, 27 de julho de 2020

IGREJA NÃO PODE SER CÚMPLICE NA TRANSMISSÃO DA COVID-19.


No momento em que a pandemia do coronavírus está crescendo e tomando as periferias das cidades, centro, regiões metropolitanas às portas de uma nova eleição no Brasil, é quase improvável que daqui para frente, governantes, seja coerentes com sua missão, e trabalhem para manter o isolamento social em prol da vida, em especial no zelo pelos mais pobres. 

Mais nem tudo é trevas, é preciso valorizar o laicato e lideranças das Paróquias que em tempos de clericalismo, corporativismo, possui um conselho pastoral responsável, que sabe discernir a crise da saúde pública, não sendo cúmplice da conjuntura atual e diz não a politicagem, ou a um punhado de moedas e sai em defesa da vida. 

É grande o número de assintomáticos, que são aquelas pessoas que possui o vírus, e não sabem, pois não sente dor, febre, outros sintomas, e conseguem entrar em todos os lugares, infectando mais e mais pessoas.   

A catástrofe da saúde em nosso país, diante da COVID-19, só não foi maior até o momento, graças a coragem e orientações da CNBB: Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que com muita responsabilidade, e respeito a vida, orientou as paróquias, a realizar as celebrações de fé, através das redes sociais, rádios, TVs, mantendo o povo de Deus, em especial os cristãos católicos, a ficar em casa, participando em família da santa missa, na Igreja doméstica.

Estudos recentes mostra que existe 6 tipos diferentes de COVID-19, onde as pessoas infectadas podem ter sintomas como enxaquecas, dores musculares, fadiga, diarreia, e outros sintomas como a gripe, sendo possível o tratamento em casa, através da orientação médica e dependendo da cepa ou o tipo de coronavírus, pode evoluir rapidamente para complicações respiratórias, levando a UTI, podendo culminar com a morte. 

É fato que no momento as unidades de saúde no país já estão lotados, podendo entrar em colapso.

Rezemos para que com responsabilidade, sabedoria, nossos governantes saiba proteger o próximo, o povo que sofre, da pandemia do século.

Matéria Reflexão: Tarcísio Cirino
25-07-2020

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