quarta-feira, 3 de julho de 2013
DOM JOÃO CARLOS SENEME É O NOVO BISPO DE TOLEDO.
O Papa Francisco nomeou nesta quarta-feira, 26, como novo bispo de Toledo, PR, Dom João Carlos Seneme, até o momento bispo auxiliar de Curitiba. A data de sua posse em Toledo ainda não foi definida pelo bispo junto à Diocese.
Dom Seneme nasceu no dia 11 de dezembro de 1958 na cidade de Gertrudes, em São Paulo, Diocese de Piracicaba. Membro da Congregação dos Sagrados Estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo (Estigmatinos), fez a sua profissão religiosa em 23 de janeiro de 1982. Realizou os estudos de Filosofia e Teologia na Pontifícia Universidade Católica de Campinas.
No dia 15 de dezembro de 1985 foi ordenado sacerdote, ocupando, entre outros cargos, o de superior provincial da Província “Santa Cruz”, com sede em Campinas, e de responsável pelas atividades missionárias no nordeste do Brasil, no Chile e no Uruguai.
No dia 17 de outubro de 2007 foi nomeado bispo auxiliar de Curitiba. Sua ordenação episcopal foi no dia 16 de dezembro do mesmo ano (SP).
PAPA FRANCISCO CELEBRA MISSA COM DOM MOACYR JOSÉ VITTI.
Quando o escriba se aproximou de Jesus para perguntar qual era, segundo Ele, o primeiro mandamento, “provavelmente sua intenção não era tão inocente”, disse Francisco, comentando a leitura do Evangelho.
Jesus respondeu que “o Senhor é o nosso Deus”, que não é suficiente dizer “acredito em Deus; Deus é o único Deus”, mas é preciso viver realmente como se Ele fosse o único, e não ter outras divindades a nossa disposição. “Existe o risco da idolatria!”. Jesus foi claro, e pediu ao Pai que nos defendesse do espírito mundano, que nos conduz à idolatria.
O Papa prosseguiu afirmando que a idolatria é sutil, que “todos temos nossos ídolos escondidos”, mas que devemos procurá-los e destruí-los, porque o único caminho para seguir Deus é o da fidelidade:
“Os ídolos escondidos fazem com que nós não sejamos fiéis no amor. O caminho para seguir avante no Reino de Deus é um caminho de fidelidade que se assemelha ao amor nupcial”.
Como é possível não ser fiel a um amor tão grande? - questionou Francisco, concluindo que é necessário confiar em Cristo, “que é fidelidade plena e que nos ama tanto”:
“Hoje, podemos pedir a Jesus: ‘Senhor, você é tão bom, ensina-me o caminho para estar sempre perto de Deus e afastar sempre todos os ídolos. É difícil, mas temos que começar, porque eles nos tornam inimigos de Deus”.
Papa Francisco recebeu no final da manhã desta quinta-feira, 06, a comunidade da Pontifícia Academia Eclesiástica. No seu discurso o Papa primeiramente agradeceu o Presidente da Pontifícia Academia, Dom Beniamino Stella, que momentos antes lhe dirigiu uma saudação.
Francisco recordou aos membros da Pontifícia Academia que eles estão se preparando para um ministério de particular compromisso, que os colocará a serviço direto do Sucessor de Pedro, do seu carisma de unidade e comunhão, e da sua solicitude por todas as Igrejas.
O Santo Padre recordou em seguida que o serviço que se presta nas Representações Pontifícias é um trabalho que requer, como também em outros ministérios sacerdotais, uma grande liberdade interior.
Mas o que significa ter liberdade interior, perguntou o Papa? Antes de tudo – respondeu Francisco -, significa ser livres de projetos pessoais: de algumas das modalidades concretas com as quais talvez, um dia, vocês pensaram em viver o seu sacerdócio, da possibilidade de programar o futuro; da perspectiva de permanecer por mais tempo no “seu” lugar de ação pastoral. Significa tornar-se livres, em qualquer modo, também em relação à cultura e à mentalidade da qual vocês provêm, não para esquecê-las e muito menos para renegá-la, mas para se abrirem, na caridade, à compreensão de culturas diferentes e ao encontro com homens pertencentes a mundos também muitos distantes dos seus.
Sobretudo, - continou o Papa - signfica vigiar para ser livres da ambição ou aspirações pessoais, que tanto mal podem fazer à Igreja, tendo cuidado de colocar sempre em primeiro lugar não a sua realização, ou o reconhecimento que vocês poderiam receber dentro ou fora da comunudade eclesial, mas o bem superior da causa do Evangelho e a realização da missão que lhes será confiada.
Por isso – disse ainda Francisco –, voces deverão estar dispostos a integrar a sua visão de Igreja, mesmo legítima, no horizonte do olhar de Pedro e da sua peculiar missão ao serviço da comunhão e da unidade do rebanho de Cristo, da sua caridade pastoral, que abraça o mundo inteiro e que, graças à ação das Representações Pontifícias, deseja estar presente sobretudo naqueles lugares, muitas vezes esquecidos, onde são grandes as necessidades da Igreja e da humanidade.
Em síntese o Papa afirmou que o ministério que eles estão se preparando pede a eles que saíam de si mesmos; um destacar-se de si mesmo que pode ser conseguido somente através de um intenso caminho espiritual e uma séria unificação da vida ao redor do mistério do amor de Deus e do imprescrutável designio de seu chamado.
O Papa Francisco dirigiu ainda uma palavra às Irmãs que desempenham com espírito religioso e franciscano o seu serviço cotidiano em meio aos sacerdotes. São boas Mães que os acampanham com a oração, com as suas palavras simples e essenciais e sobretudo com o exemplo de fidelidade, de dedicação e de amor. Junto a elas o Papa gradeceu também os leigos que trabalham na Pontifícia Academia Eclesiástica.
Concluíndo fez votos de que eles iniciem o serviço à Santa Sé com o mesmo espírito do Beato João XXIII. (SP)
Francisco recordou aos membros da Pontifícia Academia que eles estão se preparando para um ministério de particular compromisso, que os colocará a serviço direto do Sucessor de Pedro, do seu carisma de unidade e comunhão, e da sua solicitude por todas as Igrejas.
O Santo Padre recordou em seguida que o serviço que se presta nas Representações Pontifícias é um trabalho que requer, como também em outros ministérios sacerdotais, uma grande liberdade interior.
Mas o que significa ter liberdade interior, perguntou o Papa? Antes de tudo – respondeu Francisco -, significa ser livres de projetos pessoais: de algumas das modalidades concretas com as quais talvez, um dia, vocês pensaram em viver o seu sacerdócio, da possibilidade de programar o futuro; da perspectiva de permanecer por mais tempo no “seu” lugar de ação pastoral. Significa tornar-se livres, em qualquer modo, também em relação à cultura e à mentalidade da qual vocês provêm, não para esquecê-las e muito menos para renegá-la, mas para se abrirem, na caridade, à compreensão de culturas diferentes e ao encontro com homens pertencentes a mundos também muitos distantes dos seus.
Sobretudo, - continou o Papa - signfica vigiar para ser livres da ambição ou aspirações pessoais, que tanto mal podem fazer à Igreja, tendo cuidado de colocar sempre em primeiro lugar não a sua realização, ou o reconhecimento que vocês poderiam receber dentro ou fora da comunudade eclesial, mas o bem superior da causa do Evangelho e a realização da missão que lhes será confiada.
Por isso – disse ainda Francisco –, voces deverão estar dispostos a integrar a sua visão de Igreja, mesmo legítima, no horizonte do olhar de Pedro e da sua peculiar missão ao serviço da comunhão e da unidade do rebanho de Cristo, da sua caridade pastoral, que abraça o mundo inteiro e que, graças à ação das Representações Pontifícias, deseja estar presente sobretudo naqueles lugares, muitas vezes esquecidos, onde são grandes as necessidades da Igreja e da humanidade.
Em síntese o Papa afirmou que o ministério que eles estão se preparando pede a eles que saíam de si mesmos; um destacar-se de si mesmo que pode ser conseguido somente através de um intenso caminho espiritual e uma séria unificação da vida ao redor do mistério do amor de Deus e do imprescrutável designio de seu chamado.
O Papa Francisco dirigiu ainda uma palavra às Irmãs que desempenham com espírito religioso e franciscano o seu serviço cotidiano em meio aos sacerdotes. São boas Mães que os acampanham com a oração, com as suas palavras simples e essenciais e sobretudo com o exemplo de fidelidade, de dedicação e de amor. Junto a elas o Papa gradeceu também os leigos que trabalham na Pontifícia Academia Eclesiástica.
Concluíndo fez votos de que eles iniciem o serviço à Santa Sé com o mesmo espírito do Beato João XXIII. (SP)
segunda-feira, 1 de julho de 2013
PAPA FRANCISCO NOMEOU DOM JOSÉ CARLOS CHACOROWSKI, NOVO BISPO CARAGUATATUBA (SP)
Na manhã desta quarta-feira, 19 de junho, o Papa Francisco nomeou dom José Carlos Chacorowski como novo bispo de Caraguatatuba (SP), transferindo-o do ofício de Auxiliar na Arquidiocese de São Luís (MA).

Conheça um pouco mais, o novo Bispo na matéria abaixo;
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Agora Eu Sou o vosso Bispo, a foto é de uma espiritualidade profunda! |
Aconteceu hoje dia 19 de Fevereiro de 2011, as 9 horas da manhã na Paróquia Santo António em Orleans Curitiba Paraná, a Ordenação Episcopal de Dom José Carlos Chacorowski CM, o liturgo Pároco Gilson Camargo CM, iniciou a Celebração com comentário inicial e procurou orientar nos momentos do Rito na Celebração para que os fiéis presentes compreendesse melhor a Celebração Episcopal, Presidiu a Celebração o Arcebispo da Arquidiocese de São Luís do Maranhão, Dom José Belisário OFM, que por coincidência também fás aniversário de ordenação Episcopal hoje, sendo 11 anos, também se fez presente em nome do Arcebispo de Curitiba, Dom Moacyr José Vitti, o Bispo auxiliar Dom Rafael Biernaski que em nome da Arquidiocese de Curitiba, fez acolhida de todos os Bispos presentes, assim como todos os Padres, seminaristas, irmãs, Pastorais, Movimentos, Autoridades, e de modo todo especial o povo de Deus, onde o novo Bispo Dom José Carlos Chacorowski, vai viver o Carisma de São Vicente de Paulo, conhecido como o Pai dos Pobres, de acordo com o Lema escolhido por Dom José Carlos Chacorowski, Evangelizare Pauperibus Misit ( Evangelizar os Pobres) durante a homilia de Dom José Belisário, falou da gratuidade do amor de Deus para com o Bispo Dom José Carlos Chacorowski CM, depois dos Ritos da Ordenação, no momento da fala de Dom José Carlos Chacorowski, o Bispo amigo dos pobres, agradeceu o carinho das comunidades por onde andou, assim como agradeceu os Padres de sua Congregação que foram seus professores como o Bispo Dom Ladislau Biernaski CM, que também foi seu professor, agradeceu de modo especial a seus Pais, que nos momento difíceis, sua mãe ligava sempre nos Domingos a noite e dizia ao Padre Chaco, que não ia assisti TV, ia rezar o terço para que o Padre Chaco, fosse fiel em seu Carisma e sua Missão, durante estas palavras o amigo dos pobres Dom José Carlos Chacorowski CM, se emocionou, mas se manteve firme com as palavras de Santo Agostinho, agora Eu Sou o vosso Bispo! Agradeceu de modo todo especial e carinho o Bispo Emérito de Belém no Pará, Dom Vicente Joaquim Zico CM, que o acolheu enquanto ele trabalhou na Amazônia com as Filhas da Caridade! Os nossos Parabéns ao Bispo caminhoneiro, conhecido como Pe.Zé da estrada, agora Dom José Carlos Chacorowski CM.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
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