quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
BRASIL VAI GANHA NOVO CARDEAL
Segundo os nossos amigos da Romereports, Dom João Braz de Aviz, poderá ser o novo Cardeal do Brasil entre 15 novos Cardeais. Dom João Braz de Aviz nasceu em Mafra (SC), em 24 de abril de 1947.
“Após frequentar os estudos filosóficos no Seminário Maior Rainha dos Apóstolos, de Curitiba, e na Faculdade de Palmas (PR), completou os estudos teológicos em Roma, junto à Pontifícia Universidade Gregoriana, e foi laureado em Teologia Dogmática junto à Pontifícia Universidade Lateranense, em 1992”.
Foi ordenado sacerdote da diocese de Apucarana (PR) em novembro de 1972 e nomeado reitor do Seminário Maior de Apucarana e de Londrina e professor de Teologia Dogmática junto ao Instituto Paulo VI, em Londrina (PR). Foi também membro do Conselho presbiteral e do Colégio dos Consultores, bem como coordenador geral da pastoral diocesana de Apucarana.
Em 6 de abril de 1994, foi nomeado bispo auxiliar da arquidiocese de Vitória (ES). Foi também bispo de Ponta Grossa (PR) e arcebispo de Maringá (PR). Em 28 de janeiro de 2004 foi nomeado arcebispo de Brasília. Atualmente é prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Bento XVI manifesta a própria proximidade espiritual a todos os doentes que se encontram nos lugares de cura ou que são acudidos nas famílias exprimindo a cada um a solicitude e o afecto da Igreja inteira e recorda como o momento do sofrimento, no qual poderia surgir a tentação de abandonar-se ao desencorajamento e ao desespero, pode transformar-se num tempo de graça para entrar em si mesmos e como o filho pródigo da parábola evangélica, repensar a própria vida reconhecendo erros e falências, sentir a saudade do abraço do Pai e percorrer de novo o caminho para a sua Casa.
Na sua mensagem o Papa relaciona os “sofrimentos materiais e espirituais do ser humano”, falando num “binómio entre a saúde física e a renovação após as lacerações da alma”.
“Desejo encorajar os doentes e os que sofrem a encontrarem sempre uma âncora segura na fé, alimentada pela escuta da Palavra de Deus, pela oração pessoal e os sacramentos, ao mesmo tempo que convido os pastores a estarem cada vez mais disponíveis para as celebrações pelos doentes”, diz Bento XVI.
A mensagem papal sublinha, a este respeito, a presença dos padres nos hospitais, uma missão “delicada” que deve fazer deles “verdadeiros ministros dos doentes”, e centra a sua reflexão nos chamados ‘sacramentos de cura’, ou seja, a Penitência (confissão) e a Unção dos Doentes.
“O momento do sofrimento, no qual poderia surgir a tentação de se abandonar ao desânimo e ao desespero, pode transformar-se em tempo de graça para entrar de novo dentro de si próprio”, indica o texto, que tem como tema ‘Levanta-te e vai. A tua fé te salvou’, expressão retirada do Evangelho segundo São Lucas.
Bento XVI frisa a “importância da fé para os que, atingidos pelo sofrimento e a doença, se aproximam do Senhor”, acrescentado que “quem acredita nunca está só”.
“Quem, no seu próprio sofrimento e doença, invoca o Senhor, está certo de que o seu amor nunca o abandona e que também o amor da Igreja nunca falta”, escreve.
Relativamente à Unção dos Doentes [conhecida popularmente como ‘extrema unção’, embora a denominação não seja correta], o Papa espera uma “maior consideração” tanto na reflexão teológica como na “ação pastoral” junto de quem vive uma situação de doença.
“A atenção e o cuidado pastoral para com os doentes é sinal, por um lado, da ternura de Deus para quem está no sofrimento e, por outro, traz vantagem espiritual também ao sacerdote e a toda a comunidade cristã”, assinala.
A mensagem de Bento XVI observa ainda a “importância da Eucaristia”, desejando que as comunidades paroquiais “assegurem aos que, por motivos de saúde ou de idade não pode deslocar-se aos locais de culto, a possibilidade de aceder com frequência à comunhão sacramental”.
O Papa deixa uma palavra de “agradecimento”, em nome pessoal e de toda a Igreja, a quantos trabalham no mundo da saúde e às famílias dos doentes, “porque, na competência profissional e no silêncio, muitas vezes, também, sem mencionar o nome de Cristo o manifestam concretamente”.A caridade de Bento XVI, próximo dos mais pobres da terra
Em entrevista ao jornal vaticano, ‘L’Osservatore Romano’, Dom Giampietro Dal Toso, secretário do Pontifício Conselho, explica que deste total, foram doados o equivalente a cerca de R$ 3,7 milhões para a Fundação Populorum Progressio a serviço das comunidades rurais da América Latina e do Caribe.
Também foram destinados cerca de R$ 3,4 milhões para os projetos da Fundação João Paulo II para o Sahel - região da África entre o deserto do Saara e as savanas ao sul – e no apoio aos países africanos ameaçados pela desertificação.
“Não são números exorbitantes, mas o seu valor reside no fato que manifestam o desejo do Papa de estar próximo dos muitos pobres da terra” - acrescentou o secretário do Conselho.
As situações de emergência atendidas compreendem o terremoto, o tsunami e o consequente desastre nuclear em Fukushima, no Japão; as inundações no sudeste asiático, América Central e Filipinas; a reconstrução do Haiti após o terremoto de 2010; e a crise alimentar no Chifre da África.
Segundo Dom Giampietro Dal Toso, “a crise econômica pesa sobre as famílias e é significativo como a Caritas, em diversos níveis, ou como o Banco Alimentar, na Itália, estejam cada vez mais comprometidos em assegurar itens de primeira necessidade a famílias pobres, idosos e pais com filhos”.
(CM)
Eu Só Tenho Um Caminho!
Sabe amigo! Derrepente você está chateado, no caminho que juntos teremos que percorrer; Olha as vezes eu penso em mudar o caminho! As vezes os passarinhos verde, chega e me diz; olha vai porá aqui, é mais fascil, você vai ter mais sucesso; Mais ai vem a voz do Vento e junto com o Vento a voz da consciência, e ai o que fazer? As vezes procuro conversar com meu Pai; Ai meu Pai me diz; Olha observa a Luz, para que tenha Luz é preciso dois fios, apenas um fio uma corrente não há Luz, e isto dentro do plano espiritual é um Mistério; E ai amigo eu começo a entender que só tenho um Caminho, um Jeito que tenho que escolher para trilhar este Caminho; Veja amigo os nossos objetivos são os mesmos; Fazer a Luz de Deus brilhar no mundo, para que assim o Reino de Deus, possa de fato acontecer neste mundo! Eu confesso que se estivesse em teu lugar, não teria toda a sua paciência; Mas olha 'Não tenhas medo; Siga em frente, e não olhe para trás, nós só temos um Caminho, para que juntos possamos transmitir a Luz ao mundo. A vida de Pe.Pio é uma boa reflexão, um abraço Tarcisio
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
COM A PALAVRA O SANTO PADRE BENTO XVI
Home > Igreja > 31/12/2011 18.35.52 Reavivar uma fé que instaure um novo humanismo capaz de gerar cultura e empenho social: Bento XVI na celebração de Vesperas É muito sugestivo, neste fim de ano, - disse o Papa na homilia - escutar novamente o anúncio jubiloso que o apóstolo Paulo dirigia aos cristãos da Galácia: «Quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sujeito à lei, para resgatar os que eram sujeitos à Lei, para que recebêssemos a adoção filial» (Gal 4,4-5). Essas palavras tocam o cerne da história de todos e a iluminam, antes, a salvam, porque desde o dia do em que nasceu o Senhor, chegou para nós a plenitude do tempo. Portanto, já não há mais lugar para a angústia diante do tempo que passa e não volta para trás; agora é o momento de confiar infinitamente em Deus, por quem sabemos ser amados, para quem vivemos e a quem a nossa vida se orienta, na espera do seu retorno definitivo. Desde que o Salvador desceu do Céu, o homem já não é mais escravo de um tempo que passa sem um porquê, ou que esteja marcado pela fadiga, pela tristeza, pela dor. O homem é filho de um Deus que entrou no tempo para resgatar o tempo da falta de sentido ou da negatividade, e que resgatou toda a humanidade, dando-lhe, como nova perspectiva de vida, o amor que é eterno. Bento XVI salientou depois que a Igreja vive e professa esta verdade e quer proclamá-la novamente hoje, com renovado vigor espiritual. Nesta celebração, temos motivos especiais para louvar o Senhor pelo seu mistério de salvação, presente no mundo por meio do ministério eclesial. Temos muitos motivos de agradecimento ao Senhor por tudo o que a nossa comunidade eclesial, no coração da Igreja universal, realiza a serviço do Evangelho nesta Cidade. O Papa deu graças ao Senhor, nomeadamente, pelo promissor caminho comunitário dirigido a adequar a pastoral ordinária às exigências do nosso tempo, por meio do projeto «Pertença eclesial e corresponsabilidade pastoral». Este tem o objetivo de colocar a evangelização em primeiro lugar; para fazer mais responsável e frutífera a participação dos fiéis nos Sacramentos, de tal forma que cada um possa falar de Deus ao homem contemporâneo e anunciar o Evangelho com eficácia aos que nunca o conheceram ou o esqueceram. A questio fidei é também o desafio pastoral prioritário para a Diocese de Roma. Os discípulos de Cristo estão chamados a fazer renascer em si mesmos e nos demais a saudade de Deus e a alegria de viver n'Ele e de testemunhá-Lo, a partir da pergunta, sempre muito pessoal: Por que creio? É necessário conceder o primado à verdade, confirmar a aliança entre a fé e a razão, como as duas asas com as quais o espírito humano se eleva à contemplação da Verdade (cf. João Paulo II, Enc. Fides et ratio, Prólogo); tornar fecundo o diálogo entre o cristianismo e a cultura moderna; levar à redescoberta da beleza e da atualidade da fé, não como um ato em si mesmo, isolado, que diz respeito a algum momento da vida, mas como uma orientação constante, mesmo nas escolhas mais simples, que leva à unidade profunda da pessoa, tornando-a justa, ativa, benéfica, boa. Trata-se de reavivar uma fé que instaure um novo humanismo capaz de gerar cultura e empenho social. Na sua homilia Bento XVI recordou que na Assembleia diocesana do passado mês de junho, a Diocese de Roma iniciou um caminho de aprofundamento sobre a iniciação cristã e sobre a alegria de gerar novos cristãos para a fé. De fato, anunciar a fé no Verbo feito carne é o cerne da missão da Igreja, e toda a comunidade eclesial deve redescobrir esta tarefa, com um renovado ardor missionário. As novas gerações que mais sentem a desorientação, acentuada também pela crise atual, não só econômica, mas também de valores, -salientou o Papa - têm necessidade, sobretudo, de reconhecer em Cristo Jesus «a chave, o centro e o fim de toda a história humana» (Conc. Vat. II. Gaudium et spes, 10). Os pais são os primeiros educadores na fé dos seus filhos desde a mais terna idade; por isso, é necessário apoiar as famílias na sua missão educativa, por meio de iniciativas adequadas. Ao mesmo tempo, é desejável que o caminho batismal, primeira etapa do itinerário formativo da iniciação cristã, além de favorecer uma consciente e digna preparação para a celebração do Sacramento, dê a devida atenção aos anos imediatamente sucessivos ao batismo, com os itinerários apropriados que levem em conta as condições de vida das famílias. Neste contexto Bento XVI animou as comunidades paroquiais e as outras realidades eclesiais a continuarem a refletir para promover uma melhor compreensão e recepção dos sacramentos através dos quais o homem se torna participante da vida mesma de Deus. Que a Igreja de Roma - foram os votos do Papa - possa sempre contar com fiéis leigos, prontos a oferecer a sua contribuição pessoal para edificar comunidades vivas, que permitam que a Palavra de Deus entre no coração dos que ainda não conheceram o Senhor ou se afastaram d'Ele. Ao mesmo tempo, é oportuno criar ocasiões de encontro com a Cidade, que permitam um diálogo proveitoso com todos os que estão à procura da Verdade. A Igreja nos sugere concluir o ano dirigindo ao Senhor o nosso agradecimento por todos os seus benefícios. É em Deus que deve terminar a nossa última hora, a última hora do tempo e da história. Esquecer este final da nossa vida significaria cair no vazio, viver sem sentido. Por isso, a Igreja coloca nos nossos lábios o antigo hino Te Deum. É um hino repleto da sabedoria de tantas gerações cristãs, que sentem a necessidade de elevar o seu coração, na certeza que estamos todos nas mãos cheias de misericórdia do Senhor. «Te Deum laudamus!». Assim canta também a Igreja que está em Roma, pelas maravilhas que Deus realizou e realiza nela. Com a alma cheia de gratidão nos dispomos a atravessar o limiar do ano 2012, lembrando que o Senhor vela sobre nós e nos protege. Nesta tarde, queremos confiar-Lhe o mundo inteiro. Coloquemos em suas mãos as tragédias do nosso mundo e ofereçamos a Ele também as esperanças de um futuro melhor. Depositemos estes votos nas mãos de Maria, Mãe de Deus, Salus Populi Romani. |
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